Rafael Bandeira: aprovado em 1º lugar no concurso do MPPB

Rafael Bandeira: aprovado em 1º lugar no concurso do MPPB

 

Meu nome Rafael Bandeira, moro na cidade do Rio de Janeiro e fui aprovado em 1º lugar no concurso do Ministério Público Paraíba. Nasci na cidade do Recife e desde cedo iniciei minha trajetória no universo dos concursos: fiz o concurso para o Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Pernambuco; e, posteriormente, mudei para o Rio de Janeiro com a minha família, onde ingressei no curso de Direito e dei continuidade à minha trajetória visando um cargo público.

Já aos 18 anos, eu buscava minha independência financeira. Eu queria ganhar meu próprio dinheiro para sair com meus amigos, para comprar minhas roupas e fazer aquilo que todo jovem quer. Ainda jovem, eu entrei de cabeça nos concursos públicos e um ano depois, eu já tinha tomado posse na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Minha maratona de estudos começou em um ritmo já muito acelerado. O meu pai já era concurseiro e ele me passou as primeiras dicas e materiais. Eu tinha em mente que quanto mais eu estudava, mais rápido eu conseguiria passar no concurso, por isso, eu mantive um ritmo muito forte desde o início da minha preparação.

Não é fácil a conciliar o estudo para concursos e o trabalho. Eu acordava antes do trabalho para estudar, estudava no ônibus ou no trem e até me organizava no trabalho para poder adiantar algumas matérias. Estudava até a exaustão. Todo o sucesso requer que você pague um preço, e o meu preço foi esse: abrir mão de sair nos fins de semana para poder me dedicar ao máximo para a prova.

Achei a experiência do estudo online muito positiva, já que você estuda a hora que quiser e a quantidade que quiser.

Eu conheci o CERS pelas redes sociais dos professores pelos quais eu tenho grande admiração. Como eles pertencem ao CERS, sempre estavam divulgando conteúdos e cursos e isso foi despertando meu interesse. Busquei, então, mais informações sobre o CERS e desde lá estudo pelos cursos, inclusive na pós-graduação Estácio, em parceria com o CERS.

A relação entre professor e aluno, no caso específico do ensino a distância, é, por incrível que pareça, é de grande proximidade. Por estudar muito com o professor, ainda que virtualmente, o concurseiro acaba se apegando a metodologia do professor. Eu, por exemplo, criei uma grande admiração pelos professores Geovane Moraes e Ana Cristina Mendonça, acompanhando-os sempre.

O professor Geovane é alguém que me identifico demais. O fato dele ser nordestino e ter uma vivência no interior do estado, assim como eu, aumentou minha identificação com o professor. Quando eu estava aqui no Rio de Janeiro, longe de casa e da minha família, e eu assistia às aulas dele, com todo o seu sotaque, era uma forma de estar mais perto da minha essência.

A sensação de ver o meu nome da lista de aprovados e, no meu caso, em 1º lugar, é algo que eu não consigo descrever, uma emoção enorme. Eu me sinto um vencedor pelos resultados que eu conquistei e eu sinto que novos desafios maiores estão por vir. Digo sempre que para ser um vencedor, é preciso acreditar muito no seu potencial, na sua capacidade. A batalha só termina quando você vence.

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