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Categoria: OAB

Marco Aurélio: não existe sucesso sem esforço

Marco Aurélio: não existe sucesso sem esforço

Eu comecei minha vida profissional como música, já aos 15 anos. Participava de vários shows como músico profissional tocando contra baixo. Como a música começou a cair, eu fui chamado para trabalhar em casa de jogos (bingo). Nessa época, eu trabalhava no bingo, tocava na noite, fazia faculdade de Direito e estagiava. Passei nove anos nessa rotina. Mesmo diante dessas dificuldades, consegui me formar.

Eu conheci o CERS e o professor Renato Saraiva através do professor Paulo Machado, que lecionava em um curso presencial no Rio de Janeiro e sempre comentou muito sobre os cursos.

Comecei, então, a pesquisar para buscar mais informações sobre o CERS. Descobri que o professor Renato estaria participando da feira da Carreira Pública que seria realizada próximo à minha casa. Quando fui lá, vi o estande do CERS e fui atendido pelo próprio Renato. Ele me disse uma coisa que eu nunca esqueci: “qualquer coisa que você precisar, pode me mandar um email que eu respondo”. Honestamente, eu não tive muita fé naquelas palavras, mas, mesmo assim, eu resolvi tentar.

Assim como fui instruído, enviei um email para o professor e depois de 9 minutos, recebi a mensagem do próprio Renato Saraiva. Fiquei extremamente surpreso, não podia acreditar que ele realmente tinha me respondido. Fui então que começou a minha história com o CERS.

No mesmo dia em que conheci o Renato, que foi a primeira prova da FGV, em setembro de 2010, eu assisti à palestra do professor pela manhã e fui fazer a prova à tarde. Na época, a prova ainda era composta por 100 questões e eu precisava acertar 50 delas. Gabaritei 48, anularam uma, mas mesmo assim eu não entrei.

Em outubro de 2011, eu estava decidido a não fazer a prova, pois eu não teria condições de adquirir o curso da 2ª fase. Mas, conversando com o professor Renato, ele me instruiu a fazer a prova e, caso eu fosse aprovado, eu ganharia o curso preparatório para a próxima etapa do Exame. Novamente, por pouco eu não fui aprovado. Estava desacreditado e desestimulado, mas sempre conversava por email com o professor e ele nunca me deixou desistir. E foi lutando continuamente que fui aprovado.

O grande diferencial da preparação online é que ela te livra de qualquer desculpa para estudar. A facilidade de acesso e flexibilidade de horários permite que o aluno monte a sua rotina de estudos de acordo com a sua disponibilidade. Seja na minha casa ou em qualquer lugar, eu posso assistir às aulas. Além disso, a metodologia dos professores envolve o aluno de tal forma que os conteúdos são absorvidos com mais facilidade.

José Humberto: preparação específica faz a diferença na OAB

José Humberto: preparação específica faz a diferença na OAB

Meu nome é José Humberto Pereira Muniz Filho, sou natural de Nova Olinda/CE, graduado em Direito pela Universidade Federal da Paraíba e fui aprovado no XIV Exame de Ordem.

Especificamente para a prova da OAB, eu tive que fazer adaptações na minha rotina de estudos. Como eu ainda estava na graduação, tive que deixar de lado toda a parte acadêmica e focar na 1ª fase do Exame, buscando uma preparação específica, com um método de resolução de questões também específico.

Nos estudos para a 1ª fase, meu foco foi a resolução de questões, bem como a leitura de um material complementar adequado, voltado à prova.

Eu conheci o CERS através dos meus colegas de faculdade que já vinham da caminhada de concursos e também por conversas em debates sobre preparação para certames e OAB. Logo eu percebi que o CERS apresentava aquilo que eu esperava na minha preparação: uma metodologia programática ao Exame de Ordem.

Minha experiência com o CERS foi extremamente satisfatória e eu indico os cursos a todos que estão estudando. Se você não tiver um curso específico, voltado para a OAB, pode prejudicar o seu resultado na prova, em todos os sentidos. Mesmo o candidato que detém todo o conteúdo, se não tiver uma preparação exclusivamente para o Exame, pode ter lacunas na preparação emocional para a prova.

A reação que eu tive ao receber a notícia da minha aprovação foi bem diferente. Eu estava dirigindo e não tinha conseguido acessar a lista na noite anterior. Foi quando uma amiga me ligou dizendo “Parabéns, você passou!”. Ainda hesitei e disse “Passei em quê?”, só então eu me lembrei do Exame de Ordem e quase bati com o carro (risos). Foi uma felicidade só!

Com a minha aprovação na OAB, eu me sinto um vencedor. O Exame de Ordem, apesar de ser simples para alguns, requer uma preparação árdua, uma disciplina, uma carga de leitura específica e esse é o objetivo de todo graduando em Direito, antes mesmo de colar grau. E eu alcancei esse sonho.

Para quem ainda está na labuta que é a OAB, minha é: tenha calma, paciência e humildade que a sua hora vai chegar. Se você tiver uma preparação adequada e calma na hora de resolver a prova, você vai conseguir esse objetivo.

Arthur Richardisson: nunca desista do seu objetivo

Arthur Richardisson: nunca desista do seu objetivo

Meu nome é Arthur Richardisson Evaristo Diniz, sou natural de Esperança, cidade localizada no interior da Paraíba, sou bacharel em Direito pela Universidade Federal da Paraíba, aprovado no XIV Exame de Ordem.

A minha preparação para a 1ª fase da OAB se concentrou na resolução de questões. Busquei rever todos os assuntos cobrados, mas o meu foco era resolver o máximo de questões possíveis antes do Exame.

Para a 2ª fase, eu sabia que precisava de mais conhecimento. Aprofundar-me nos conteúdos era essencial para garantir minha aprovação. Por isso, busquei o curso online do CERS, optando pela disciplina de Direito Constitucional com a professora Flavia Bahia.

Eu já conhecia o CERS, antes mesmo das provas da OAB. Mas, por questões financeiras, não consegui iniciar minha preparação com o CERS logo na primeira etapa da prova. O fato dos meus amigos sempre indicaram os cursos do CERS para o Exame de Ordem e eu assisti às aulas da professora Flavia na semana que antecedia a 1ª fase, foi meu grande incentivador para estudar com o CERS na 2ª fase.

Naquela edição, a Fundação Getúlio Vargas vazou alguns aprovados e meus amigos de sala, que estavam conseguindo ver o resultado, estavam sendo aprovados, me deixando com grande expectativa, mas uma expectativa negativa. Eu pensava: “não vou passar. Todos que estão vendo o resultado estão sendo aprovados. Devem ter liberado apenas a lista de aprovados, já os reprovados só vão conseguir ver pela consulta individual.”

Tive que esperar o dia seguinte para acessar a lista pela consulta individual. Foi uma noite de ansiedade, sem dormir direito. Até que um amigo meu me enviou uma mensagem: era uma foto com meu nome. “Caramba, fui aprovado!” Não acreditei. Ainda confirmei com meu amigo algumas vezes, para ter certeza. Mas estava certo, eu tinha conseguido minha carteira da OAB.  E ainda tinha mais: fui aprovado com a nota 9,9.

Por tudo o que eu passei, na e na 2ª fase, até mesmo durante a graduação em Direito, chegar até aqui e ser aprovado no Exame de Ordem, antes mesmo de colar grau, com certeza, faz de mim um vencedor.

O principal recado que dou aos examinandos é não desistir. Tenha foco como uma águia: olhe para o horizonte e pense sempre além. Uma reprovação não atesta nada sobre o seu conhecimento. Você é muito mais do que a prova da OAB!

Edna Gonçalves: foco e perseverança para OAB

Edna Gonçalves: foco e perseverança para OAB

Meu nome é Edna de Almeida Gonçalves, tenho 48 anos, casada, cursei Direito na ILES/ ULBRA Universidade Luterana do Brasil na cidade de Itumbiara-GO, terminei o curso em junho de 2015, minha cidade natal é Piranhas/GO, mas fiz a OAB em Barra do Garças/MT, uma vez que casei novamente em julho de 2015 e voltei a morar em minha cidade natal, e o local mais próximo para fazer a prova é Barra do Garças.

Meu sonho de criança era fazer Direito e me tornar uma advogada bastante competente e de muito sucesso. Mas, como vim de uma família muito pobre, realizar este sonho era praticamente impossível, e para agravar ainda mais a situação, morava no interior, em Piranhas, a cerca de 320 km da capital Goiânia onde tinha o curso.

Quando terminei a antiga oitava série, parei de estudar por treze anos, pois tinha que escolher entre trabalhar e estudar. Voltei a estudar em 1995, no entanto tive parar mais dois anos. Finalmente fiz magistério, depois fiz História pela Universidade Estadual de Goiás e me formei em 2004; em 2009 me formei em Letras Português/ Espanhol pela UNIUBE em Uberlândia/MG; em seguida fiz especialização em Língua espanhola pela FIJ Faculdade Integrada de Jacarepaguá. Apesar dessas formações,  meu sonho ainda era ser advogada e todos estes cursos só fiz por falta de opção e porque precisava trabalhar e formar minhas três filhas.

Em 2008, minhas filhas começaram a cursar Direito na mesma sala na ILES/ ULBRA Universidade Luterana do Brasil na cidade de Itumbiara/GO. No momento, pensei que estava realizando meu sonho através delas, mas não estava. Foi quando, em 2010, com muito incentivo e apoio delas, finalmente comecei a cursar Direito.

Era tudo muito difícil para mim: eu trabalhava todas as manhãs e tardes e no início do curso também trabalhava duas noites em uma cidade vizinha como professora. Mas como tudo não são somente flores, estava conseguindo seguir em frente apesar das várias dificuldades, inclusive financeiras. Finalmente em 2013, minhas filhas se formaram, das quais duas prestaram o exame da ordem, enquanto a outra ainda não quis.

Em junho de 2015, realizei parte do meu grande sonho, ao me tornar bacharél em Direito. O que faltava agora era passar na OAB, e no XVIII Exame da Ordem, consegui. Só não sei se serei uma advogada de sucesso, pois já passei da idade (risos). Talvez estudo um pouco mais e me torno uma professora de Administrativo, pois me apaixonei pela disciplina através das aulas do professor Matheus Carvalho.

Trajetória de preparação para a OAB

Comecei a estudar quando adquiri o curso UTI da primeira fase no CERS. Estudava de segunda a sábado, todas as manhãs e tardes, pois estava de licença prêmio. Já minhas noites eram reservava para meu marido, com momentos de lazer eram nos finais de semana, sábado à noite e o domingo todo.

Quando passei para a segunda fase, comprei o curso novamente no CERS. Minha estratégia de estudos e métodos foram aulas online, anotações, resolução de questões, elaboração de peças, ou seja, tudo aquilo que pudesse me ajudar. No entanto, muitas ferramentas oferecidas pelo CERS eu não utilizava, pois meu celular não era compatível com tantos programas novos, mas nem por isso me desanimava. Estava certa e focada no meu objetivo: passar na OAB.

Minha maior dificuldade na preparação talvez tenha sido o peso da idade. Minha memória já não é tão boa, como a de anos atrás, aprender coisas novas é sempre mais difícil.

O CERS me preparou para a OAB e hoje estou matriculada em uma disciplina isolada de administrativo Licitação e Contratos, estou amando, e assim que tiver condições quero fazer especialização em Administrativo.  Eu escolhi o CERS porque minhas filhas Ariela e Andrea fizeram a segunda fase no CERS e ambas foram aprovadas na primeira vez que fizeram. A Ariela no XII Exame para Civil e a Andrea no IX Exame para Administrativo e foi justamente elas que me apresentaram o curso, estavam encantadas com a dinâmica dos professores.

Como tive o prazer de fazer as duas fases, conheci todos os professores, cada um com suas peculiaridades, mas todos maravilhosos,amei todos, mas meu maior contato foi com o professor Matheus Carvalho, mesmo porque ele foi meu professor da segunda fase. Sei que todos os professores são maravilhosos, falo isso, porque minhas filhas elogiaram muito, inclusive a Ariela está estudando para o concurso do INSS pelo CERS – dei o curso de presente à ela, pois confio no potencial de todos os professores.

O CERS realmente tem uma excelente equipe de professores e com certeza qualquer curso que eu for fazer futuramente, escolherei o CERS, pois confio muito na competência de todos e sempre que tenho oportunidade, recomendo o curso. Gostaria de falar sobre cada um dos professores, mas teria que escrever páginas e páginas sobre eles, então optei por dizer que eles [Os professores] que são maravilhosos, competentes, dinâmicos, descontraídos, divertidos, que tornam as aulas bem prazerosas e que sou eternamente grata a todos, pois sem eles não teria conseguido. 

 

A força de vontade de Gabriel dos Santos

A força de vontade de Gabriel dos Santos

Força de vontade é uma expressão que define bem a história de Gabriel dos Santos, 27 anos, graduado em Direito pelo Centro Universitário de Sete Lagoas – UNIFEMM, em 2015, no Rio de Janeiro.

A preparação dele para o Exame de Ordem da OAB começou no último ano da faculdade, quando uma amiga o convidou para assinar um termo de compromisso: passar na prova na primeira tentativa. Até então, ele não sabia se faria a prova, talvez por certo temor, já que havia a mística de ser uma prova superdifícil.

Após firmar o compromisso, ele começou a fazer toda preparação com CERS. Além da faculdade, Gabriel ainda precisou conciliar os estudos para a prova com o trabalho. Um desafio ainda maior para montar o cronograma de estudos.

“Sou sargento do Exército Brasileiro. Então, minha rotina era bastante variada. Normalmente, trabalhava durante a semana, de 8h as 16h30, e, por muitas vezes, nos finais de semana, durante 24h seguidas. Além de missões operacionais que chegavam a me deixar diversos dias fora de casa e da faculdade, mas sempre levava o material de estudo comigo”, explica.

Após o expediente no Exército, Gabriel ia para a faculdade e só chegava às 22h30 em casa. Só então, ele começava a estudar para o exame de ordem até duas horas da manhã todos os dias. Por isso, ele também aproveitava praticamente todos os horários livres para avançar nos estudos: intervalo para o almoço, no trajeto para a faculdade e às vezes até durante as aulas.

De sexta a domingo eram os dias que mais estudava. Por vezes, ele chegava sexta do trabalho e só saia de casa segunda novamente. “Chegava estudar 12h por dia. Não por neurose, mas porque aprendi a ter prazer no estudo”.

Ele lembra que, na reta final para a 2ª fase, ele foi para uma missão de 10 dias. Como não tinha acesso à internet, ele imprimiu diversas provas anteriores da OAB e simulados do CERS. Os trabalhos, neste período, iniciavam às 6h e acabavam às 20h. Porém, mesmo cansado, Gabriel seguia até 1h da manhã para cumprir o cronograma sugerido pela professora Aryanna.

Para enfrentar esta maratona, ele optou por deixar o TCC um pouco de lado e aproveitava quatro tempos de aulas semanais que a faculdade disponibilizava como preparatório para a OAB.

A estratégia adotada por Gabriel na primeira fase da OAB foi assistir ao máximo de aulas online que pôde, mas sabendo que não conseguiria estudar todo o edital, focou nas matérias que tinha mais facilidade e maior conteúdo programático. “Dividia resumos das matérias com minha amiga Tati. Eu fazia de algumas matérias, ela de outras, e trocávamos. Foi uma estratégia de guerra para alcançar o mínimo de 40 acertos. Consegui 53”. A cada matéria estudada, ele ainda fazia uma bateria de resolução de questões e, a cada semana, um simulado.

Durante a preparação, Gabriel revela que passou por muitas dificuldades na vida pessoal, porém ainda que triste, por muitas vezes, não permitiu que o impedissem de continuar com foco total na prova e alcançasse o objetivo.

“Atribuo minha nota à abnegação de diversos momentos de lazer para focar intensamente na minha preparação e a competência inquestionável dos professores Tonassi e Aryanna. Eles não deixaram uma brecha sequer, o treinamento foi duro como ela dizia, peças imensas que englobavam tudo que fosse possível cair.”

 

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João Artur: aprovado ainda no 1º semestre de Direito

João Artur: aprovado ainda no 1º semestre de Direito

João Artur Avelino, de 31 anos, conseguiu um feito inédito no XX Exame de Ordem: ser aprovado estando ainda no 1º semestre da faculdade, que ainda sequer foi concluído.

Artur, para conseguir essa proeza, elaborou um plano de estudos com o conteúdo programático da graduação visando ser aprovado. Determinado, abriu mão das redes sociais e de outras diversões, tudo para alcançar seu objetivo. Ou seja: ele queria MUITO ser aprovado, e se dedicou a isto de uma forma nada usual, considerando, é claro, o fato de ainda estar no início da graduação.

“Tendo em vista, que o exame da OAB é algo tão temido por todos, muitos não logram êxito ao concluir a faculdade, cheguei a conclusão que seria necessário uma preparação prévia e nada melhor do que a prova propriamente dita para ser usada como instrumento de avaliação de desempenho”, afirmou João Artur em entrevista ao Blog Exame de Ordem.

Mesmo assim, somente ter estudado muito não justifica a aprovação de quem teoricamente não teria base alguma para fazer o Exame. João é administrador, formado pelo Instituto Federal do Acre (Ifac), em Rio Branco, e já fez vários concursos federais que envolviam o domínio do conhecimento jurídico. “Realizo concurso público desde 2006, e em sua maioria foi exigido alguma disciplina do direito, como direito constitucional, direito administrativo, direito penal, entre outros”, cita Artur, o que lhe deu uma base para fazer o Exame.

Ele sempre foi aluno de escolas públicas desde o ensino infantil, chegando a receber um certificado de honra ao mérito pelo desempenho na disciplina de matemática. Na época, João estava no terceiro ano do ensino médio, no colégio Estadual Barão de Rio Branco (CERB).

Após a aprovação na 1ª fase, João se empolgou e decidiu fazer um curso online para a segunda fase. Ele optou pela disciplina Direito Constitucional, e estudou com a querida professora Flavia Bahia. “Por não ter um conhecimento jurídico necessário para 2ª fase, como a elaboração de peças especificamente, procurei um cursinho especializado e, por indicação de alguns colegas, fiz o curso do CERS, com a professora Flávia Bahia. Dividindo o tempo entre as videoaulas, elaboração de peças e resolvendo questões das provas anteriores”, afirma.

Para quem vai fazer a prova, Artur dá a seguinte dica de ouro: a regra dos 3F + 3D = aprovação. “Ou seja, Foco, Força e Fé somados a Disciplina, Dedicação e Determinação irá resultar na realização dos seus sonhos”.

. Infelizmente, ele não poderá pegar a carteira da OAB. Antes terá de concluir a graduação, além de precisar de uma nova aprovação, quando estiver no 9º semestre.

 

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Myrelle Santiago: nota 10 na OAB

Myrelle Santiago: nota 10 na OAB

Meu nome é Myrelle Santiago e me formei em Direito pela Universidade Federal de Sergipe em abril de 2015. Desde o início, tinha em mente prestar o Exame da Ordem dos Advogados apenas quando acabasse a graduação. E a decisão foi ratificada quando fui nomeada como servidora do Ministério Público de Sergipe.

Como fui lotada no interior ficava bastante difícil conciliar os estudos com as viagens diárias que fazia para o fórum (em torno de 4h e meia/dia na estrada), as matérias finais da Faculdade (dentre elas a monografia) e as atribuições da comissão de formatura.

Quando fiz a inscrição já sabia com toda certeza que para a segunda fase queria fazer a prova de Direito do Trabalho, a minha matéria do coração. A professora Aryanna Linhares disponibilizou um cronograma digno de perfeição e eu passei a segui-lo à risca. Pela manhã não estudava, uma vez que estava trabalhando, chegava em casa em torno das 15h, descansava um pouco e começava a assistir às aulas em média às 18h e assim seguia até às 23h. Claro que por vezes ocorreram imprevistos no dia a dia, mas quando eu não conseguia conciliar, assistia às aulas que atrasei durante a semana nos finais de semana, oportunidade em que estudava de manhã e de tarde. Eu deixava o turno da noite para descansar um pouco, geralmente eu ia ao cinema ou assistia algum filme/seriado com meu namorado em casa. Durante a preparação os momentos de lazer foram os menos badalados possíveis.

A dedicação para a segunda fase não é fácil, seguir um ritmo rigoroso tendo tão pouco tempo é muito desgastante. No entanto, com as palavras de motivação diária dos professores Aryanna e Rafael Tonassi, fui me sentindo confiante e aos poucos os momentos de desespero nos estudos foram sendo substituídos por momentos de determinação e persistência.

Incrível que, muitas vezes, mesmo cansada, eu sentia aquela necessidade de cumprir o cronograma, era uma meta a ser vencida diariamente e eu sei que isso só foi possível graças às aulas que traziam – além de um turbilhão de conteúdos – uma carga de tranquilidade para mim. Era muito recompensador marcar um “X” de cumprido no cronograma dia após dia. Então, pouco a pouco, a ansiedade era vencida dessa forma, através do seguimento do roteiro. Claro que por muitas vezes a angústia tomou conta de mim e isso refletia bastante na minha saúde física: eu achava que era mito a queda de cabelo, mas não é não, meu cabelo caiu demaaais!

Eu senti que havia feito uma boa prova (a voz da Aryanna vinha na cabeça toda hora enquanto realizava o teste), mas não imaginava que tiraria 10! Tenho muito a agradecer a Equipe CERS e em especial a pessoa da professora Aryanna, ao meu namorado pelas melhores orientações e às minhas amigas Rachel e Laís que também prestaram o Exame XVII e foram companheiras de ansiedade e tensão, nada melhor do que um amigo dividindo o fardo nessas horas.

 

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Rosângela Santos: maturidade para prova da OAB

Rosângela Santos: maturidade para prova da OAB

Rosângela Amaro Langraphi, 41 anos, concluiu o curso de Direito na Universidade Metodista de São Paulo, em 2007. Mas foi no XVIII Exame de Ordem, em 2015, que ela conquistou a tão desejada vermelhinha da OAB.

“Comecei a preparação para a OAB assim que fiz a inscrição para o exame XVIII. Como trabalho, restava pouco tempo para estudar, mas procurei focar e estruturei um roteiro de estudos, onde me concentrava nos estudos à noite e aos finais de semana”, lembra Rosângela. Durante 4 meses, ela diz  que não fazia praticamente nada em casa. Somente me preocupava em preparar a refeição e lavar as roupas, as demais atividades, o esposo fazia. “Disse à ele que precisava focar e dedicar todo o meu tempo, quando não estava no trabalho, ao exame da OAB e ele me apoiou”.

Para a primeira fase, ela procurou focar os estudos nas disciplinas que tinham mais questões, associando às disciplinas que mais gostava, pois acreditava que como tinha pouco tempo para estudar. Assim, ela focou os estudos em ética, penal e trabalho.

Para a segunda fase, escolheu a disciplina que sempre gostou, direito penal. “Aí foi mais fácil, comecei a assistir as aulas online combinada com a resolução de questões e peças. Estudei sozinha e por isso, me sinto mais feliz, pois vi que sou capaz de chegar onde eu quiser, só dependo da disciplina e dedicação”, ressalta.

Rosângela já havia tentado a primeira fase algumas vezes, e percebeu que com a maturidade, a ansiedade da prova deixou de ser um problema. E deixa uma sugestão para quem está iniciando a caminhada agora: “controlem a ansiedade. Na primeira fase, ela é a principal responsável pelas reprovações, pois penso que a prova é 30% conhecimento, 50% emocional e 20% preparo físico”, pondera.

Para ela, a maior dificuldade na preparação foi a falta de tempo. “Assistia aulas até cerca de 2h da manhã e no dia seguinte tinha que estar de pé, às 05h30”, conta.

Segundo Rosângela, os professores do CERS foram peças chaves na aprovação.

“O método utilizado por eles e a didática são excelentes. A forma como mesclam a teoria e os exemplos práticos, são fantásticos. Parte do êxito na minha aprovação devo à equipe do CERS. Vocês são demais e não tem noção de quanto são importantes para nós. A forma como se dedicam para ensinar é espetacular”, agradece.