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Categoria: Tribunais

Roberto Mehmeri: desvendando os concursos até a aprovação

Roberto Mehmeri: desvendando os concursos até a aprovação

Meu nome é Roberto Mehmeri Gusmão dos Santos. Tenho 25 anos, sou de Salvador/BA e fui aprovado para o cargo de Escrevente – Técnico Judiciário no concurso para servidores do TJ/BA realizado no ano de 2015.

Início

Minha preparação para concursos começou desde que entrei no curso de Direito, em 2009. Inicialmente eu devo dizer que não fazia a menor ideia do que era uma preparação para um concurso público! Ao longo do curso, fui entendendo aos poucos o sistema de preparação, a forma como deveria encarar os estudos, os materiais que deveria procurar.

No entanto, minha preparação se intensificou depois que fui aprovado na OAB em 2014, com o CERS. Matriculei-me em um curso preparatório para Técnico do INSS e em outro para Analista Judiciário de Tribunais, também com o CERS.

Rotina de Estudos

Não conciliava trabalho e estudos – tinha tempo integral para a preparação. No entanto, procurei desde o início estabelecer uma rotina tranquila, que me permitisse absorver a maior quantidade de conteúdos com menor tempo de estudo, sem fadiga. Estudava cerca de quatro horas por dia (duas horas pela manhã e duas pela tarde). Achava importante praticar uma atividade física leve e descompromissada, por diversão, uma ou duas vezes por semana.

Ao longo do curso de Direito (antes de começar de fato a me preparar para concursos) fui realizando diversos certames, visando compreender aquela realidade. Fiz provas para a ANTAQ, ANA, Desenbahia, TRT, Receita Federal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Oficial do Exército, MPU e COREN/BA. Procurava ler os editais, ver a extensão dos conteúdos, mas não sabia muito bem como entendê-los de fato.Depois de começar a intensificar os estudos pós-aprovação na OAB foi que entendi que deveria fazer um curso como o CERS – o que fez toda a diferença.   

Aprovação

Posso atribuir materialmente minha aprovação no concurso para Escrevente do TJ/BA a uma boa preparação nas matérias que são normalmente cobradas na Parte Geral de concursos para servidor: Língua Portuguesa e Informática. O que me ajudou muito também foi ter foco: escolher a carreira de Técnico Judiciário ajudou bastante a filtrar o que eu deveria de fato aprender para ir bem na prova.

A preparação oferecida pela professora Maria Augusta em Língua Portuguesa foi a de mais alta qualidade que eu poderia ter. A forma dela vibrar com o assunto, mostrá-lo com empolgação – isso tudo nos ajuda e nos empolga também. Em Informática a professora Emannuelle também foi excepcional! O jeito leve e ao mesmo tempo consistente dela ensinar faz um assunto complexo ser assimilado facilmente. Fiz uma excelente prova de Português: acertei 18 de 20 questões e isso foi fundamental para a aprovação!

Foco e inspiração

Sinto que a maior dificuldade que um candidato a concurso público pode encontrar é a perda de foco. Exemplo: podemos achar que é maçante ler a lei seca o tempo todo – mas pode funcionar melhor conciliá-la com a resolução de algumas questões para facilitar a leitura. Até chegarmos a essa conclusão – que pode ou não funcionar para cada um – podemos perder tempo.

No entanto uma boa preparação alinhada com a vontade de vencer nos ajudam muito, e a inspiração acaba vindo. O curso do CERS ajuda – com outros fatores internos e externos de cada um – a obtermos essa inspiração que precisamos, e a trilharmos o caminho da aprovação.

CERS Cursos Online

Quando confiamos na preparação oferecida pelos mestres do CERS – principalmente nos cursos de reta final específicos, com muitas resoluções de questões – sentimos um efeito interessante no dia da prova: parece que eles “estão” lá, lendo as questões na famosa tela branca do curso. Tive essa sensação nítida com a professora Augusta em Língua Portuguesa!

Devo também agradecer muito também à professora Flávia Bahia que, com seu jeito especial e maravilhoso de ser, nos recebendo sempre com um sorriso em todas as aulas, e passando o conteúdo de forma leve, vibrante e objetiva, me ajudou a entrar no caminho iluminado de estudos desde a época da OAB!

 

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Mary dos Santos: de dona de casa a concurseira

Mary dos Santos: de dona de casa a concurseira

Sou Mary Moreira dos Santos, tenho 60 anos e moro em Fortaleza – CE.

Iniciei meus estudos para concurso em fevereiro de 2013. Estava desempregada, porém, com as obrigações da casa para cuidar. Então, eu aproveitava todos os momentos de menor ocupação para estudar. Pela manhã eu estudava de 8 às 11 horas, fazia uma pausa para cozinha, almoço, pequeno descanso após o almoço e reiniciava os estudos por volta das 14:00h. Às 17:00h nova pausa, atividades de cozinha, jantar, pequeno descanso e voltava pros estudos por volta das 20:00h. Aí o céu era o limite, enquanto o sono não chegasse, eu ficava estudando. Muitas vezes passava de 0h.

Aconselhada pela minha filha, que já era técnica judiciária do TRT desde 2010, foquei, também, o TRT. Como ela me disse, não adiantava fazer todo concurso que aparecesse. Então comecei minha caminhada. Fiz os Concursos de TRT dos Estados: Bahia, Alagoas, São Paulo (Class. 1861), Maranhão, Minas, Paraná, Mato Grosso, Rondônia (classif. 531) e por fim, Pará, onde me classifiquei em 53º lugar.

Sempre estudei através de aulas online, e resolução de questões. Meu cronograma era organizado conforme o curso que eu houvesse comprado. Quando não havia edital, eu estudava uma disciplina por dia: Direito do Trabalho, Processo do Trabalho, Direito Administrativo e Direito Constitucional. O caderno de anotações (Resumos) era indispensável. Sempre estudando sozinha, nunca tive grupo de estudos. Quando surgia um Edital, aí eu comprava o curso intensivo do CERS, que contemplava todo o conteúdo e aí, adequava meu cronograma para dar tempo ver tudo!

Em algumas viagens, poucas, tive companhia. Então eu diria que minha maior dificuldade foram as viagens sozinha, para estados distantes, e me ver num avião rodeada de jovens, com idade para serem meus filhos, agrupados, efervescentes, resolvendo questões, e eu, me sentindo a “diferentona”, nem demonstrava que estava viajando com o mesmo objetivo que eles.

No período de estudos, 3 anos, passei por muitas turbulências, inclusive mudança de cidade, morava no interior do Ceará, há mais de 20 anos, e viemos para Fortaleza em 2014. Porém, a maior barra que enfrentei foi a morte da minha mãezinha, em 2013. Atribuo minha aprovação à persistência nos estudos. Também sou uma pessoa que crê em Deus, minha fé me ajudou bastante. E hoje, eu tenho a certeza de que só não passa, quem para no meio do caminho.

O CERS, sem dúvida me ajudou bastante! Os cursos são uma oportunidade para uma revisão geral, atualizada e contextualizada do Edital. Os professores Aryanna Linhares, Rafael Tonassi, Henrique Correia e Elisson Miessa dão aulas que são verdadeiros tesouros para quem quer seguir a carreira trabalhista.

Todos os professores são maravilhosos e nesse concurso do Pará, a redação, cujo tema era o Ciclo PDCA, me ajudou bastante, pois, sobre o tema, eu assisti às aulas de Adm. Pública, da Professora Elizabete Moreira, que detalhou o tal Ciclo. Quase não acreditei quando li o Tema. A redação valia 40,00 pontos e eu fiz 39,50!

 

Lilian Larrubia: exemplo de dedicação e persistência

Lilian Larrubia: exemplo de dedicação e persistência

A Lilian Larrubia, 34 anos, foi aprovada no concurso para técnico judiciário do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ RJ).

Bacharel em Direito, ela entrou na faculdade já com a ideia de estudar para concurso público. Como conciliava a preparação com a faculdade e o trabalho, não estudava tanto quanto gostaria.

“Sempre fiz concurso para tentar pegar experiência, ver como era a prova manter um ritmo de estudos”.

Tentativas

Antes do concurso do TJ RJ, ela fez outros certames. Lilian era aprovada, mas a classificação batia na trave e ficava um pouco abaixo das vagas. “Mas não desisti por causa disso. Procurava outro concurso e continuava estudando”, afirma.

Ela prestou concurso para o BNDES, Ministério Público, Defensoria Pública. A experiência a ajudou a acumular matéria e conhecimento, o que tornou mais fácil a preparação para o Tribunal já que mão precisou começar do zero.

Rotina de estudos

Quando escutou rumores que haveria concurso para o TJ, ainda em 2013, ela parou tudo só para se dedicar exclusivamente ao certame. Afinal, esse sempre foi o seu objetivo final.

“A minha rotina era bem rígida. Acordava às 7h da manhã em ponto. Eu tinha horário para tomar café, horário para almoçar e horário para jantar. Só não tinha horário para dormir. Era estudo de manhã, de tarde e de noite até a hora que eu aguentasse”.

Quando saiu o edital, ela se deparou com a disciplina de Raciocínio-Lógico Matemático e ficou com medo. Para ela, estudante de Direito nunca foi bom em matemática. “mas não cheguei até este ponto para desistir por causa de uma matéria”.

Ela fez o curso Começando do Zero com o professor Jairo Teixeira e aprendeu o que tinha que aprender. E foi aprovada!

Curso Online

A relação entre Lilian e o CERS Cursos Online é bem antiga, pois esse não foi o primeiro curso que ela fez. Quando estudou para a prova do Exame de Ordem da OAB, ela escolheu a 2ª fase de Direito Civil do CERS e foi aprovada.

“A experiência online foi muito positiva. Eu podia fazer meus horários e ver a matéria que eu quisesse. Tinha o chat para responder as dúvidas, e os professores sempre respondiam muito atenciosos”.

Dedicação

Ver o nome na lista de aprovados foi a coroação de todo o esforço e dedicação de Lilian. Horas e horas de estudo, algumas noites sem dormir. Um esforço que valeu muito a pena.

“Não desistam nunca. É difícil para todo mundo. Se é isso que vocês querem, persistam e a hora de vocês vai chegar”.

 

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Moisés Silva: “sempre acreditei que quem estuda passa”

Moisés Silva: “sempre acreditei que quem estuda passa”

Natural de Viana, no Maranhão, Moisés Silva, 32 anos, é bacharel em segurança pública e pós-graduado em gestão pública. Atualmente, ele mora em Palmas, no Tocantins, e cursa graduação em Direito.

O ingresso no mundo dos concursos começou em 2002, quando ele foi aprovado no certame da Escola de Aprendizes Marinheiros do Ceará (EAMCE) e da Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante (EFOMM). Em 2003, ele foi aprovado no concurso da Escola de Sargentos das Armas do Exército Brasileiro (ESA). E em 2006, foi aprovado no concurso para o Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar (CFO). Este era apenas o início de uma trajetória de sucesso e muita determinação.

Em 2013, foi a vez de tentar um concurso para o cargo de analista administrativo. Moisés se inscreveu no concurso do Ministério Público do Maranhão (MPE-MA) e o resultado não foi diferente: aprovado. Mesmo assim, ele não parou por aí. Em 2015, foi aprovado para analista judiciário da área administrativa no concurso do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA). Moisés ressalta que apesar de tantas conquistas, ele também teve algumas reprovações em certames.

“No processo de preparação sempre tive que aliar família, trabalho e estudo. Meus momentos de lazer foram forçosamente mitigados. Essa conciliação foi possível por meio dos planos de estudo que fazia e executava, com disciplina”, afirma.

Devido ao trabalho e os horários incertos, a base de estudo escolhida por Moisés foram as aulas online, livros e pdfs. “Nas aulas online sempre fazia mapas e ou resumos. Sempre utilizei caderno de anotações. Para consolidação do conhecimento, a técnica predominante era resolução de questões. Além disso, a leitura e anotação da legislação seca eram obrigatórias”, revela.

Para controlar a ansiedade, ele sempre buscou acionar o “botão da autoconfiança”, mas também, antes de tudo, faz um planejamento de como será o período da prova para ter um melhor controle do tempo.

Em todo esse processo, a cada reprovação, sobretudo, e aprovação, ele avaliava erros e acertos. Segundo Moisés, seus principais erros foram: plano ou falta de plano; desvio de foco; resolver poucas questões da banca; desconhecer as bancas e suas formas de cobrança; material sem ou com má procedência; negligência do preparo físico para a prova.

“Sempre acreditei que quem estuda passa. Nesse sentido, continuarei estudando”.

 

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Danilo Oliveira: aprovado em 3º lugar no TRT 5ª Região

Danilo Oliveira: aprovado em 3º lugar no TRT 5ª Região


Danilo Oliveira
enfrentou 71.142 candidatos inscritos no concurso do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, localizado na Bahia, e conquistou uma das 14 vagas destinadas aos cargos de nível médio e superior oferecidas no edital. Daniel classificou-se em 3º lugar para analista judiciário, área judiciária do órgão.Soteropolitano e graduado em Direito, Danilo iniciou sua preparação para concursos conciliando com o emprego. Ele decidiu, então, pedir demissão para dedicar-se integralmente ao seu sonho de se tornar analista judiciário.

Em junho de 2013, Danilo começou a se preparar para o certame do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região, em Goiás. Após a divulgação do resultado da prova de Goiás, na qual não teve uma boa localização.

Com o resultado do TRT 18 e com a intenção de não mudar de estado, Danilo passou a se preparar exclusivamente para o concurso do TRT 5. “Meu foco era passar aqui (em Salvador), tanto que abdiquei de me inscrever em outros concursos que ocorreram nesse mesmo período”, explica Oliveira.

Logo no início da sua preparação para as provas públicas, o CERS foi peça fundamental nos estudos de Danilo. “Eu conheço o CERS desde 2012, durante a minha graduação em Direito. Eu já via meus colegas comentando sobre os cursos. Minha primeira aula foi, no entanto, apenas em 2013, nas isoladas de Direito do Trabalho, Processo do Trabalho e Previdenciário para o certame do TRT da Bahia”, diz.

O mais difícil da sua jornada como concurseiro, segundo Oliveira, foi abdicar de muitas horas do dia, do lazer, além da rotina de acordar cedo e já começar estudar. “A pressão também, de mim mesmo e dos meus amigos, minha família, uma certa de cobrança que eu sentia de ser aprovado”, confessa Daniel.

Danilo considerou sua experiência de aprendizagem com o CERS extremamente positiva. Para ele, desde o primeiro contato com os colaboradores durante o processo de aquisição do curso, até a ligação com os professores durante as aulas foram essenciais na sua aprovação. “As aulas me ajudaram e me apresentaram bastante, sobretudo as de Direito Previdenciário, que era uma matéria inédita no edital do concurso do TRT para analista e que eu não tinha muito conhecimento sobra a matéria. Eu sei que isso foi o diferencial para o meu êxito”, afirma.

Ainda sobre a metodologia do CERS, Danilo destaca todos os benefícios do curso online durante a sua preparação. “Primeiro, eu mesmo determinava os meus horários de estudo. O curso online também me permitia pausar as aulas, fazer minhas anotações e voltar às aulas, além da disponibilização de um material complementar rico, que é um diferencial do CERS”, explica Oliveira.

“A sensação é de dever cumprido. Passa um filme na cabeça, uma lembrança de tudo o que eu abdiquei. Você vê que todo o esforço valeu à pena e a recompensa é válida”, acrescenta Danilo. Ele ainda deixa um recado para você concurseiro: não desista! Tenha disciplina, tenha determinação no que quer, elabore o seu cronograma de estudo e tenha perseverança. Só depende de você”.