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Tag: Direito do Trabalho

A importância da autoconfiança na aprovação da OAB

A importância da autoconfiança na aprovação da OAB

Thales Messias, de 21 anos, mora na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo. Ele foi aluno CERS no curso de 2ª fase em Direito do Trabalho e foi aprovado no XXII Exame de Ordem. Perguntamos a ele qual foi o segredo da aprovação na OAB. Inspire-se nesta história e conquiste a autoconfiança na aprovação da OAB!

Rotina intensa

Como muitos examinandos, Thales seguiu uma rotina de preparação intensa para a prova da OAB. Ele fez o exame quando estava no 9º período do curso de Direito, e precisou conciliar os estudos com as aulas da faculdade à noite e com as 8h diárias de trabalho.

“A facilidade de assistir as aulas on-line e o mentoring foram o ponto chave para eu conseguir cumprir com o conteúdo programado, principalmente porque nunca tive uma boa capacidade em me organizar”.

Com as aulas online, Thales se dedicou a maior parte dos estudos nos finais de semana. Geralmente, sábado e domingo eram suficientes para esgotar as aulas semanais e fazer os exercícios propostos. Quando necessário, ele assistia vez ou outra as aulas ao retornar da faculdade.

Autoconfiança

Ao iniciar a preparação para a OAB, muitos examinandos ficam angustiados com o pouco tempo disponível para estudar. Mesmo aqueles que começam a se preparar com meses de antecedência sempre acham que nunca vão conseguir dar conta de todo o conteúdo. Uma sensação mais do que normal para qualquer candidato que vai enfrentar uma prova importante.

A questão é que muitos alunos se preocupam apenas com o cronograma de estudos. E esquecem um detalhe também fundamental da preparação: a autoconfiança!

Essa também foi uma das dificuldades apontadas por Thales durante a preparação para a prova da OAB: a falta de autoconfiança na aprovação da OAB dele mesmo, e a cobrança por parte dos outros.

“Me ajudou muito poder contar com o apoio de pessoas queridas e também as palavras da Professora Aryanna, que fazia questão de nos tranquilizar até a última aula. No final, percebi que além do estudo, outro fator fundamental na preparação é a confiança que é construída aos poucos, conforme se supera novos obstáculos”

Aprovação

Dedicação e autoconfiança na aprovação da OAB foram os segredos do Thales. E o CERS tem orgulho de ter feito parte desta conquista. Ele acreditou no CERS sem nunca ter feito outro curso online antes. Ele seguiu a indicação de uma amiga e checou depoimentos de outros alunos: “foi uma ótima decisão!”.

Escolhi o CERS sem nunca ter feito outro curso on-line antes. Segui a indicação de uma advogada que trabalhou comigo, ex-aluna do CERS, verifiquei alguns bons depoimentos na internet e foi uma ótima decisão!

Hoje, mesmo passada a fase de exame da OAB, Thales continua seguindo os professores Aryanna Linhares e Rafael Tonassi nas redes sociais, de tão presentes que eles foram durante o período de estudos.

“Sem dúvidas, o investimento no curso do CERS me trouxe um retorno enorme, além da aprovação, uma nova perspectiva de estudo. Sou muito grato a toda equipe que trabalhou para isso”.

 

Leia mais depoimentos de aprovados na OAB! Ou envie a sua história para a gente pelo e-mail eusou@cers.com.br.

Mary dos Santos: de dona de casa a concurseira

Mary dos Santos: de dona de casa a concurseira

Sou Mary Moreira dos Santos, tenho 60 anos e moro em Fortaleza – CE.

Iniciei meus estudos para concurso em fevereiro de 2013. Estava desempregada, porém, com as obrigações da casa para cuidar. Então, eu aproveitava todos os momentos de menor ocupação para estudar. Pela manhã eu estudava de 8 às 11 horas, fazia uma pausa para cozinha, almoço, pequeno descanso após o almoço e reiniciava os estudos por volta das 14:00h. Às 17:00h nova pausa, atividades de cozinha, jantar, pequeno descanso e voltava pros estudos por volta das 20:00h. Aí o céu era o limite, enquanto o sono não chegasse, eu ficava estudando. Muitas vezes passava de 0h.

Aconselhada pela minha filha, que já era técnica judiciária do TRT desde 2010, foquei, também, o TRT. Como ela me disse, não adiantava fazer todo concurso que aparecesse. Então comecei minha caminhada. Fiz os Concursos de TRT dos Estados: Bahia, Alagoas, São Paulo (Class. 1861), Maranhão, Minas, Paraná, Mato Grosso, Rondônia (classif. 531) e por fim, Pará, onde me classifiquei em 53º lugar.

Sempre estudei através de aulas online, e resolução de questões. Meu cronograma era organizado conforme o curso que eu houvesse comprado. Quando não havia edital, eu estudava uma disciplina por dia: Direito do Trabalho, Processo do Trabalho, Direito Administrativo e Direito Constitucional. O caderno de anotações (Resumos) era indispensável. Sempre estudando sozinha, nunca tive grupo de estudos. Quando surgia um Edital, aí eu comprava o curso intensivo do CERS, que contemplava todo o conteúdo e aí, adequava meu cronograma para dar tempo ver tudo!

Em algumas viagens, poucas, tive companhia. Então eu diria que minha maior dificuldade foram as viagens sozinha, para estados distantes, e me ver num avião rodeada de jovens, com idade para serem meus filhos, agrupados, efervescentes, resolvendo questões, e eu, me sentindo a “diferentona”, nem demonstrava que estava viajando com o mesmo objetivo que eles.

No período de estudos, 3 anos, passei por muitas turbulências, inclusive mudança de cidade, morava no interior do Ceará, há mais de 20 anos, e viemos para Fortaleza em 2014. Porém, a maior barra que enfrentei foi a morte da minha mãezinha, em 2013. Atribuo minha aprovação à persistência nos estudos. Também sou uma pessoa que crê em Deus, minha fé me ajudou bastante. E hoje, eu tenho a certeza de que só não passa, quem para no meio do caminho.

O CERS, sem dúvida me ajudou bastante! Os cursos são uma oportunidade para uma revisão geral, atualizada e contextualizada do Edital. Os professores Aryanna Linhares, Rafael Tonassi, Henrique Correia e Elisson Miessa dão aulas que são verdadeiros tesouros para quem quer seguir a carreira trabalhista.

Todos os professores são maravilhosos e nesse concurso do Pará, a redação, cujo tema era o Ciclo PDCA, me ajudou bastante, pois, sobre o tema, eu assisti às aulas de Adm. Pública, da Professora Elizabete Moreira, que detalhou o tal Ciclo. Quase não acreditei quando li o Tema. A redação valia 40,00 pontos e eu fiz 39,50!

 

OAB: treino difícil, jogo fácil

OAB: treino difícil, jogo fácil

O sonho de conquistar a carteirinha da OAB uniu esse grupo no estudo para a 2ª fase de Direito do Trabalho.

A caminhada foi árdua. Afinal, treino difícil, jogo fácil.

E com este lema, a aprovação chegou! E o sentimento de gratidão foi transformado em vídeo:

“Mais do que aprovação, conquistamos novos amigos !! Singela homenagem ao nosso grupo de segunda fase e aos nossos professores nessa caminhada árdua em busca da vermelhinha!” – Elaine Cristina Lopes

 

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Joyce Hemanuelle: em busca da disciplina

Joyce Hemanuelle: em busca da disciplina

No 9º período da faculdade, a Joyce Hemanuelle nem pensava no Exame de Ordem da OAB. Apenas quando as amiga avisaram que iam fazer a prova foi que ela se atentou que já estava na hora de se preparar.

Na primeira tentativa, ela não foi aprovada por causa de duas questões. No exame seguinte, ela optou por fazer o curso online de revisão intensiva e o evento com dicas na véspera da prova. Deu certo!

Na 2ª fase, ela não tece dúvidas. Escolheu estudar com o apoio da equipe do Portal Exame de Ordem para a disciplina de Direito do Trabalho.

Apesar de gostar da matéria, ela sabia que a prova seria um desafio. “Acho que em toda a faculdade fiz apenas duas peças”, lembra. Mas o cronograma da professora Aryanna a fez praticar bastante. Resultado: nota máxima!

Curso Online

Joyce nunca havia tido experiência com curso online e, por se considerar muito indisciplinada, pensou que não ia dar certo. “Eu sou aérea, qualquer coisa me desconcentra”, comenta.

Mas quando ela colocou na balança, o tempo de deslocamento para o curso presencial, o horário depois da faculdade, e o perigo de estudar à noite, tomou a sua decisão: “disciplina a gente dá um jeito”.

Para ela, a divisão das aulas em blocos facilita a aprendizagem. Além de poder pausar e voltar o vídeo para fazer anotações. O que era um problema no curso presencial quando ela se distraia e perdia o conteúdo.

“No curso online, você faz o seu horário, o seu cronograma. Se está cansado e não consegue estudar, no outro dia, assiste duas aulas.”, destaca.

Concurso

Advogar nunca foi o objetivo da Joyce. Ela já entrou na faculdade pensando em prestar concurso. Antes mesmo de fazer o exame, ela já trabalhava como servidora pública em Belo Horizonte.

E o CERS Cursos Online continua fazendo parte da sua preparação. Ela já fez várias isoladas, inclusive começando do Zero com Matheus Carvalho. Hoje, Direito Administrativo não é mais um problema para ela.

Agora, ela quer alcançar um novo desafio: ser auditora fiscal do trabalho, onde quer que seja. “Qualquer lugar eu vou. Concurso bom a gente tem que ir. Um dia a gente volta.”, conclui decidida dos seus próximos passos.

 

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A força de vontade de Gabriel dos Santos

A força de vontade de Gabriel dos Santos

Força de vontade é uma expressão que define bem a história de Gabriel dos Santos, 27 anos, graduado em Direito pelo Centro Universitário de Sete Lagoas – UNIFEMM, em 2015, no Rio de Janeiro.

A preparação dele para o Exame de Ordem da OAB começou no último ano da faculdade, quando uma amiga o convidou para assinar um termo de compromisso: passar na prova na primeira tentativa. Até então, ele não sabia se faria a prova, talvez por certo temor, já que havia a mística de ser uma prova superdifícil.

Após firmar o compromisso, ele começou a fazer toda preparação com CERS. Além da faculdade, Gabriel ainda precisou conciliar os estudos para a prova com o trabalho. Um desafio ainda maior para montar o cronograma de estudos.

“Sou sargento do Exército Brasileiro. Então, minha rotina era bastante variada. Normalmente, trabalhava durante a semana, de 8h as 16h30, e, por muitas vezes, nos finais de semana, durante 24h seguidas. Além de missões operacionais que chegavam a me deixar diversos dias fora de casa e da faculdade, mas sempre levava o material de estudo comigo”, explica.

Após o expediente no Exército, Gabriel ia para a faculdade e só chegava às 22h30 em casa. Só então, ele começava a estudar para o exame de ordem até duas horas da manhã todos os dias. Por isso, ele também aproveitava praticamente todos os horários livres para avançar nos estudos: intervalo para o almoço, no trajeto para a faculdade e às vezes até durante as aulas.

De sexta a domingo eram os dias que mais estudava. Por vezes, ele chegava sexta do trabalho e só saia de casa segunda novamente. “Chegava estudar 12h por dia. Não por neurose, mas porque aprendi a ter prazer no estudo”.

Ele lembra que, na reta final para a 2ª fase, ele foi para uma missão de 10 dias. Como não tinha acesso à internet, ele imprimiu diversas provas anteriores da OAB e simulados do CERS. Os trabalhos, neste período, iniciavam às 6h e acabavam às 20h. Porém, mesmo cansado, Gabriel seguia até 1h da manhã para cumprir o cronograma sugerido pela professora Aryanna.

Para enfrentar esta maratona, ele optou por deixar o TCC um pouco de lado e aproveitava quatro tempos de aulas semanais que a faculdade disponibilizava como preparatório para a OAB.

A estratégia adotada por Gabriel na primeira fase da OAB foi assistir ao máximo de aulas online que pôde, mas sabendo que não conseguiria estudar todo o edital, focou nas matérias que tinha mais facilidade e maior conteúdo programático. “Dividia resumos das matérias com minha amiga Tati. Eu fazia de algumas matérias, ela de outras, e trocávamos. Foi uma estratégia de guerra para alcançar o mínimo de 40 acertos. Consegui 53”. A cada matéria estudada, ele ainda fazia uma bateria de resolução de questões e, a cada semana, um simulado.

Durante a preparação, Gabriel revela que passou por muitas dificuldades na vida pessoal, porém ainda que triste, por muitas vezes, não permitiu que o impedissem de continuar com foco total na prova e alcançasse o objetivo.

“Atribuo minha nota à abnegação de diversos momentos de lazer para focar intensamente na minha preparação e a competência inquestionável dos professores Tonassi e Aryanna. Eles não deixaram uma brecha sequer, o treinamento foi duro como ela dizia, peças imensas que englobavam tudo que fosse possível cair.”

 

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Myrelle Santiago: nota 10 na OAB

Myrelle Santiago: nota 10 na OAB

Meu nome é Myrelle Santiago e me formei em Direito pela Universidade Federal de Sergipe em abril de 2015. Desde o início, tinha em mente prestar o Exame da Ordem dos Advogados apenas quando acabasse a graduação. E a decisão foi ratificada quando fui nomeada como servidora do Ministério Público de Sergipe.

Como fui lotada no interior ficava bastante difícil conciliar os estudos com as viagens diárias que fazia para o fórum (em torno de 4h e meia/dia na estrada), as matérias finais da Faculdade (dentre elas a monografia) e as atribuições da comissão de formatura.

Quando fiz a inscrição já sabia com toda certeza que para a segunda fase queria fazer a prova de Direito do Trabalho, a minha matéria do coração. A professora Aryanna Linhares disponibilizou um cronograma digno de perfeição e eu passei a segui-lo à risca. Pela manhã não estudava, uma vez que estava trabalhando, chegava em casa em torno das 15h, descansava um pouco e começava a assistir às aulas em média às 18h e assim seguia até às 23h. Claro que por vezes ocorreram imprevistos no dia a dia, mas quando eu não conseguia conciliar, assistia às aulas que atrasei durante a semana nos finais de semana, oportunidade em que estudava de manhã e de tarde. Eu deixava o turno da noite para descansar um pouco, geralmente eu ia ao cinema ou assistia algum filme/seriado com meu namorado em casa. Durante a preparação os momentos de lazer foram os menos badalados possíveis.

A dedicação para a segunda fase não é fácil, seguir um ritmo rigoroso tendo tão pouco tempo é muito desgastante. No entanto, com as palavras de motivação diária dos professores Aryanna e Rafael Tonassi, fui me sentindo confiante e aos poucos os momentos de desespero nos estudos foram sendo substituídos por momentos de determinação e persistência.

Incrível que, muitas vezes, mesmo cansada, eu sentia aquela necessidade de cumprir o cronograma, era uma meta a ser vencida diariamente e eu sei que isso só foi possível graças às aulas que traziam – além de um turbilhão de conteúdos – uma carga de tranquilidade para mim. Era muito recompensador marcar um “X” de cumprido no cronograma dia após dia. Então, pouco a pouco, a ansiedade era vencida dessa forma, através do seguimento do roteiro. Claro que por muitas vezes a angústia tomou conta de mim e isso refletia bastante na minha saúde física: eu achava que era mito a queda de cabelo, mas não é não, meu cabelo caiu demaaais!

Eu senti que havia feito uma boa prova (a voz da Aryanna vinha na cabeça toda hora enquanto realizava o teste), mas não imaginava que tiraria 10! Tenho muito a agradecer a Equipe CERS e em especial a pessoa da professora Aryanna, ao meu namorado pelas melhores orientações e às minhas amigas Rachel e Laís que também prestaram o Exame XVII e foram companheiras de ansiedade e tensão, nada melhor do que um amigo dividindo o fardo nessas horas.

 

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Danilo Oliveira: aprovado em 3º lugar no TRT 5ª Região

Danilo Oliveira: aprovado em 3º lugar no TRT 5ª Região


Danilo Oliveira
enfrentou 71.142 candidatos inscritos no concurso do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, localizado na Bahia, e conquistou uma das 14 vagas destinadas aos cargos de nível médio e superior oferecidas no edital. Daniel classificou-se em 3º lugar para analista judiciário, área judiciária do órgão.Soteropolitano e graduado em Direito, Danilo iniciou sua preparação para concursos conciliando com o emprego. Ele decidiu, então, pedir demissão para dedicar-se integralmente ao seu sonho de se tornar analista judiciário.

Em junho de 2013, Danilo começou a se preparar para o certame do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região, em Goiás. Após a divulgação do resultado da prova de Goiás, na qual não teve uma boa localização.

Com o resultado do TRT 18 e com a intenção de não mudar de estado, Danilo passou a se preparar exclusivamente para o concurso do TRT 5. “Meu foco era passar aqui (em Salvador), tanto que abdiquei de me inscrever em outros concursos que ocorreram nesse mesmo período”, explica Oliveira.

Logo no início da sua preparação para as provas públicas, o CERS foi peça fundamental nos estudos de Danilo. “Eu conheço o CERS desde 2012, durante a minha graduação em Direito. Eu já via meus colegas comentando sobre os cursos. Minha primeira aula foi, no entanto, apenas em 2013, nas isoladas de Direito do Trabalho, Processo do Trabalho e Previdenciário para o certame do TRT da Bahia”, diz.

O mais difícil da sua jornada como concurseiro, segundo Oliveira, foi abdicar de muitas horas do dia, do lazer, além da rotina de acordar cedo e já começar estudar. “A pressão também, de mim mesmo e dos meus amigos, minha família, uma certa de cobrança que eu sentia de ser aprovado”, confessa Daniel.

Danilo considerou sua experiência de aprendizagem com o CERS extremamente positiva. Para ele, desde o primeiro contato com os colaboradores durante o processo de aquisição do curso, até a ligação com os professores durante as aulas foram essenciais na sua aprovação. “As aulas me ajudaram e me apresentaram bastante, sobretudo as de Direito Previdenciário, que era uma matéria inédita no edital do concurso do TRT para analista e que eu não tinha muito conhecimento sobra a matéria. Eu sei que isso foi o diferencial para o meu êxito”, afirma.

Ainda sobre a metodologia do CERS, Danilo destaca todos os benefícios do curso online durante a sua preparação. “Primeiro, eu mesmo determinava os meus horários de estudo. O curso online também me permitia pausar as aulas, fazer minhas anotações e voltar às aulas, além da disponibilização de um material complementar rico, que é um diferencial do CERS”, explica Oliveira.

“A sensação é de dever cumprido. Passa um filme na cabeça, uma lembrança de tudo o que eu abdiquei. Você vê que todo o esforço valeu à pena e a recompensa é válida”, acrescenta Danilo. Ele ainda deixa um recado para você concurseiro: não desista! Tenha disciplina, tenha determinação no que quer, elabore o seu cronograma de estudo e tenha perseverança. Só depende de você”.

Rafael Foresti: aprovado em 1º lugar no MPT

Rafael Foresti: aprovado em 1º lugar no MPT

Rafael Foresti não apenas passou no concurso do Ministério Público do Trabalho (MPT), em 2013, como conquistou o 1º lugar entre os aprovados.

Natural de Porto Alegre, ele se formou em Direito na PUC/RS e, logo em seguida, cursou especialização e mestrado. Além de seu interesse pela parte acadêmica, escrevendo artigos e participando de grupos de pesquisa, ele advogou na área trabalhista e atuou como docente.

Rafael começou a maratona de estudos em 2012. “Naquele momento, estava insatisfeito em termos profissionais. Eu creditava que podia usar meus conhecimentos, aquilo que vinha aprendendo, para algo melhor. E optei pela carreira pública”, explica.

Antes de ser aprovado, Rafael fez provas de magistratura, concurso que ocorre com maior frequência, e alcançou bons resultados na primeira e segunda fase. Ele percebeu que tinha mais dificuldade na prova de sentença, e que precisava se dedicar mais nas etapas subsequentes.

No certame do MPT, a estratégia pensada por Rafael foi exatamente focar na atuação, teses e coordenadorias do órgão. Foi quando ele se deparou com o curso do CERS que tinha esse objetivo: uma imersão no MPT.

“Eu considero uma experiência positiva estudar online. Ela te dar uma flexibilidade no estudo e, como eu trabalhei durante a maior parte da preparação para o concurso, eu tinha horários não convencionais. Foi muito boa para mim essa experiência de poder estudar a distância. Embora, muitas vezes, haja uma dificuldade de não estar na sala de aula, de não ter o contato direto, as ferramentas oferecidas resolvem essa dificuldade e acaba não sendo um problema para quem tem essa experiência”, avaliou.

A divisão dos blocos de aulas também foi considerada, por ele, um ponto positivo. “Às vezes, tu já estás cansado e não tem condições de ver uma aula inteira, mas consegue ver um bloco a mais, e te ajuda a avançar mais rápido no cronograma de estudos”, ressalta.

Como a 2ª e 3ª fase do certame exigia uma preparação mais específica, Rafael fez as aulas do CERS, que permitiu um aprofundamento da visão sobre o MPT, ao mesmo tempo em que treinava tanto peças práticas quanto as questões dissertativas.

“Eu me considero um vencedor. Todo mundo que se submete a um concurso publico é um vencedor a cada etapa que passa. E quem consegue chegar ao final, com todo o sacrifício e esforço exigido, deve se considerar um vencedor porque não é fácil”.

Como dica final para quem também deseja alcançar a aprovação no concurso público, ele ressalta que a pessoa não basta só ser tecnicamente boa, tem que estar mentalmente preparada. “A pessoa precisa acreditar em si mesmo, não desistir, respeitar o próprio limite do corpo. O pessoal às vezes quer estudar em número de horas e esquece a qualidade, se respeitar, se organizar, ter disciplina, sempre acreditar em si, não importa o quão longe do caminho esteja. Se quer isso, se é o sonho, deve-se lutar e ir atrás que vai conseguir em algum momento”, finaliza.