Browsed by
Tag: Exame de Ordem

Paula Martins: exemplo de persistência e determinação

Paula Martins: exemplo de persistência e determinação

Olá!

Meu nome é Paula Joveni Martins de Souza, tenho trinta anos, sou policial militar e mãe de um rapazinho de 7 anos, resido em Trindade no sertão pernambucano.

Terminei o bacharelado em julho de 2014, desde então venho buscando a tão sonhada aprovação no exame de ordem. Iniciei com PDF emprestados de amigos que já tinham feito os exames anteriores, e consegui a aprovação na 1ª fase de primeira, me levando a comprar um curso de 2ª fase de outra instituição, mas o juridiquês utilizado pelos professores não me proporcionaram um bom entendimento das peças.

Um ano depois conheci o CERS e comprei um novo curso de 2ª fase, fiquei muito próxima da aprovação, mas ainda não foi desta vez.

Sempre tive o estudo como objetivo de vida, mas as escalas de trabalho muito extensas e cansativas não me permitiam ter a retenção de conhecimento necessária, pois eu andava sempre com um monte de livros e vídeo aulas, sempre que não tinha nenhum superior por perto achava um jeito de passar os olhos na matéria, trocava o horário de almoço e jantar pelos cadernos de anotação, e vez por outra me via dormindo por cima do vade mecun.

Você não imagina o quanto era importante e fortalecedor aquele “bom dia, boa tarde, boa noite e boa madrugada” do PLGG e da Ana, as palavras de incentivo chegavam sempre naquele momento em que o cansaço tentava me vencer, pois conciliar os estudos com a maternidade e o trabalho esta cada vez mais difícil, mas por vezes, parecia que eles estava ao meu lado vendo o que estava acontecendo comigo, a clareza e objetividade dos professores foram decisivos na minha preparação.

Após algumas reprovações na segunda fase, parte da família chegou ao ponto de me incentivar a desistir, pois muitos chegavam em minha casa e encontravam meu filho dormindo no meu colo enquanto eu estudava em uma mesinha no chão, pois era o único jeito de ficarmos juntos mais tempo. Os amigos diziam que o namorado ia me deixar porque eu só namorava com os livros, fiquei sem vida social.

Porém sempre acreditei que a persistência é a mãe do  sucesso, e, em julho de 2016, consegui o conhecimento necessário que levou meu nome para aquela lista tão cobiçada. Enfim, aprovada e dona de uma felicidade infinita, exatamente como a Ana e o PLGG diziam, e aquela alegria não tinha preço.

Tive muita vontade poder abraçá-los pessoalmente e agradecer cada palavra de incentivo, cada minuto de descontração ou de fortalecimento que nos dedicavam e nos transportava daqueles momentos difíceis para além da realidade.

Agradeço muito ao CERS que nos possibilita esse conhecimento de fácil apreensão, aos professores incrivelmente capacitados, não só para transmitir o conhecimento mas para fortalecer nossa alma cansada nessa maratona de estudos, sem esquecer de cada profissional que fez chegar aquelas vídeo aulas nas nossas casas.

Agora, avancei um degrau, e busco a aprovação em um concurso que me proporcione mais tempo e melhor qualidade de vida para mim e meu pequeno.

Obrigada equipe CERS.

 

Compartilhe a sua história conosco! Envie um e-mail para eusou@cers.com.br.

 

A determinação de Thiago Cândido

A determinação de Thiago Cândido

Meu sonho sempre foi ser advogado, mas, devido as dificuldades financeiras, eu conversei com meu avô e ele se dispôs a me ajudar nos custos da minha faculdade. No dia da matrícula, meu avô trouxe um valor bem inferior, o que impossibilitava de seguir na graduação.

Como eu fui estudante de escola pública, e havia me inscrito para o ProUni, eu recebi uma carta (quase que simultaneamente ao momento de decepção) informando que eu consegui uma bolsa de 50% de desconto. No meio de um cenário sem esperança, veio a salvação. Eu, então, iniciei meus estudos e cursei os cinco anos do bacharelado em Direito.

Minha faculdade ficava em Quixadá, no interior no estado do Ceará, e lá não tinha nenhum curso preparatório para a prova da OAB. E foi durante a graduação, através de um professor de Direito do Trabalho que eu conheci o CERS.

Esse professor falava sempre no  Renato Saraiva (estudávamos, inclusive, pelo livro do professor Renato) e, ao final do curso, ele nos indicou o site do CERS e o Portal Exame de Ordem para quem queria estudar para o Exame de Ordem.

Fiz a prova da OAB no segundo semestre de 2010, na primeira vez que  FGV organizou o Exame. Consegui a aprovação na 1ª fase, mas, como estava finalizando a minha monografia, não passei na 2ª fase em Direito Penal.  Logo em seguida à prova, eu noivei e, por isso,  eu passei a estudar ainda mais. Fui, então, para a minha segunda tentativa, mas não fui aprovado sequer na 1ª fase.

Estava eu, tentando ser aprovado, mais uma vez, na prova da OAB. Já estava casado e, dessa vez, mais focado nos estudos. Nessa edição, fiz o curso completo do CERS para o Exame. O resultado foi um sucesso: alcancei a aprovação.

Comecei a advogar, tanto em Quixadá, quanto em Fortaleza, mas também não queria deixar de estudar. Vi no CERS  a oportunidade de inciar minha preparação para concursos públicos sem abandonar minha atividade de advogado, não tendo prejuízo nenhum na questão do tempo. E sou muito satisfeito com a minha preparação.

Meire Elem: um exemplo de superação

Meire Elem: um exemplo de superação

Meu nome é Meire Elem, sou advogada e concursada e tenho uma doença chamada amitrofia muscular espinhal, que me impede de ter o equilíbrio do corpo e, por isso, eu nunca andei. Meus movimentos são bem limitados, em quase tudo que eu faço preciso de ajuda da minha mãe, que, inclusive, me acompanhou durante toda a graduação e hoje me acompanha no trabalho.

O ser humano é orgulhoso por natureza e eu também tinha um pouco orgulho de  pedir ajuda. Eu sou concursada e o meu local de trabalho fica a 40 km da minha casa, por isso, eu precisava de um carro adaptável que facilitasse minha locomoção diariamente.

A necessidade bateu mais forte e eu percebi que não posso esperar o dia em que eu conseguiria comprar esse carro. Incentivada por outras pessoas, decidi então criar uma campanha numa plataforma e nas redes sociais com o objetivo de conseguir dinheiro para comprar o carro.

Meu primeiro contato com o CERS foi já durante a faculdade. Os próprios professores indicavam os cursos tanto para a preparação para OAB, quanto para concursos públicos. E foi com a ajuda do CERS que cheguei onde estou hoje.

O meu recado para aqueles que estão desestimulados é: não parem jamais. Pode ser a dificuldade que for, busque apoio na família e nos amigos e não desista, pois a dificuldade vem para ser superada.

Confira a entrevista completa com Meire Elem:

Wesley Pereira: preparação que gera resultado

Wesley Pereira: preparação que gera resultado

Meu nome é Wesley Pereira, natural de Curitiba/PR e sempre tive o sonho de cursar Direito. Desde quando eu comecei a pensar no vestibular, identifiquei que eu era muito questionador, sobretudo no que diz respeito às leis e outras alterações jurídicas. Então, percebi que o curso que poderia me trazer mais respostas era o Direito.

Prestei vestibular, fui aprovado em uma instituição privada e comecei o bacharelado. Era o tudo aquilo que eu havia sonhado; estava realmente apaixonado pelo curso. Inicialmente, a área que eu mais me interessava era a policial, estava convicto de que queria ser Delegado. Mas, quando comecei a ter aulas de Direito Penal, meu interesse foi mudando. Foi quando começaram as aulas de Civil e foi nessa área que eu me encontrei: sempre estagiei em Direito Civil, sou apaixonado pela matéria e não me vejo fazendo outra coisa.

Quando iniciei minha preparação para o Exame de Ordem, optei por um curso presencial. No reta final dos estudos, quando faltava apenas um mês para o Exame, meu pai perguntou se eu queria largar o estágio para me dedicar exclusivamente à prova. Eu aceitei a proposta do meu pai, apesar de não querer abandonar o estágio, mas sabia que era por um motivo maior.

No dia do Exame, estava tranquilo e confiante. Quando saiu o gabarito, eu tinha acertado 35 questões, mas depois eu vi que tinha marcado duas questões erradas. Acompanhando as notícias sobre a prova, pelo Blog Exame de Ordem, soube que anularam quatro questões e eu acabei alcançando 39 pontos. Isso doeu muito! Todo mundo que faz a prova da OAB prefere acertar muito menos do que não passar por apenas uma questão.

Mesmo triste, eu sabia que não podia desistir. Como eu já conhecia o CERS pelas publicações do Maurício Gieseler no Blog, eu decidi que estudaria para a prova com o curso do CERS. A experiência foi muito boa: as aulas, a metodologia dos professores, os vídeos com dicas, materiais de apoio, eu sei que tudo isso foi o que me deu subsídio para alcançar a minha aprovação.

Ao meu ver, a preparação online é a melhor para quem se prepara para provas da OAB. A economia de tempo, escolher os melhores horários para o aluno, montar uma rotina de estudos própria, tirar dúvidas com os professores, comodidade, entre outros benefícios, tornam a preparação do CERS completa e de qualidade.

Joyce Hemanuelle: em busca da disciplina

Joyce Hemanuelle: em busca da disciplina

No 9º período da faculdade, a Joyce Hemanuelle nem pensava no Exame de Ordem da OAB. Apenas quando as amiga avisaram que iam fazer a prova foi que ela se atentou que já estava na hora de se preparar.

Na primeira tentativa, ela não foi aprovada por causa de duas questões. No exame seguinte, ela optou por fazer o curso online de revisão intensiva e o evento com dicas na véspera da prova. Deu certo!

Na 2ª fase, ela não tece dúvidas. Escolheu estudar com o apoio da equipe do Portal Exame de Ordem para a disciplina de Direito do Trabalho.

Apesar de gostar da matéria, ela sabia que a prova seria um desafio. “Acho que em toda a faculdade fiz apenas duas peças”, lembra. Mas o cronograma da professora Aryanna a fez praticar bastante. Resultado: nota máxima!

Curso Online

Joyce nunca havia tido experiência com curso online e, por se considerar muito indisciplinada, pensou que não ia dar certo. “Eu sou aérea, qualquer coisa me desconcentra”, comenta.

Mas quando ela colocou na balança, o tempo de deslocamento para o curso presencial, o horário depois da faculdade, e o perigo de estudar à noite, tomou a sua decisão: “disciplina a gente dá um jeito”.

Para ela, a divisão das aulas em blocos facilita a aprendizagem. Além de poder pausar e voltar o vídeo para fazer anotações. O que era um problema no curso presencial quando ela se distraia e perdia o conteúdo.

“No curso online, você faz o seu horário, o seu cronograma. Se está cansado e não consegue estudar, no outro dia, assiste duas aulas.”, destaca.

Concurso

Advogar nunca foi o objetivo da Joyce. Ela já entrou na faculdade pensando em prestar concurso. Antes mesmo de fazer o exame, ela já trabalhava como servidora pública em Belo Horizonte.

E o CERS Cursos Online continua fazendo parte da sua preparação. Ela já fez várias isoladas, inclusive começando do Zero com Matheus Carvalho. Hoje, Direito Administrativo não é mais um problema para ela.

Agora, ela quer alcançar um novo desafio: ser auditora fiscal do trabalho, onde quer que seja. “Qualquer lugar eu vou. Concurso bom a gente tem que ir. Um dia a gente volta.”, conclui decidida dos seus próximos passos.

 

Envie a sua história para eusou@cers.com.br e compartilhe a sua experiência com outros candidatos!

Marco Aurélio: não existe sucesso sem esforço

Marco Aurélio: não existe sucesso sem esforço

Eu comecei minha vida profissional como música, já aos 15 anos. Participava de vários shows como músico profissional tocando contra baixo. Como a música começou a cair, eu fui chamado para trabalhar em casa de jogos (bingo). Nessa época, eu trabalhava no bingo, tocava na noite, fazia faculdade de Direito e estagiava. Passei nove anos nessa rotina. Mesmo diante dessas dificuldades, consegui me formar.

Eu conheci o CERS e o professor Renato Saraiva através do professor Paulo Machado, que lecionava em um curso presencial no Rio de Janeiro e sempre comentou muito sobre os cursos.

Comecei, então, a pesquisar para buscar mais informações sobre o CERS. Descobri que o professor Renato estaria participando da feira da Carreira Pública que seria realizada próximo à minha casa. Quando fui lá, vi o estande do CERS e fui atendido pelo próprio Renato. Ele me disse uma coisa que eu nunca esqueci: “qualquer coisa que você precisar, pode me mandar um email que eu respondo”. Honestamente, eu não tive muita fé naquelas palavras, mas, mesmo assim, eu resolvi tentar.

Assim como fui instruído, enviei um email para o professor e depois de 9 minutos, recebi a mensagem do próprio Renato Saraiva. Fiquei extremamente surpreso, não podia acreditar que ele realmente tinha me respondido. Fui então que começou a minha história com o CERS.

No mesmo dia em que conheci o Renato, que foi a primeira prova da FGV, em setembro de 2010, eu assisti à palestra do professor pela manhã e fui fazer a prova à tarde. Na época, a prova ainda era composta por 100 questões e eu precisava acertar 50 delas. Gabaritei 48, anularam uma, mas mesmo assim eu não entrei.

Em outubro de 2011, eu estava decidido a não fazer a prova, pois eu não teria condições de adquirir o curso da 2ª fase. Mas, conversando com o professor Renato, ele me instruiu a fazer a prova e, caso eu fosse aprovado, eu ganharia o curso preparatório para a próxima etapa do Exame. Novamente, por pouco eu não fui aprovado. Estava desacreditado e desestimulado, mas sempre conversava por email com o professor e ele nunca me deixou desistir. E foi lutando continuamente que fui aprovado.

O grande diferencial da preparação online é que ela te livra de qualquer desculpa para estudar. A facilidade de acesso e flexibilidade de horários permite que o aluno monte a sua rotina de estudos de acordo com a sua disponibilidade. Seja na minha casa ou em qualquer lugar, eu posso assistir às aulas. Além disso, a metodologia dos professores envolve o aluno de tal forma que os conteúdos são absorvidos com mais facilidade.

José Humberto: preparação específica faz a diferença na OAB

José Humberto: preparação específica faz a diferença na OAB

Meu nome é José Humberto Pereira Muniz Filho, sou natural de Nova Olinda/CE, graduado em Direito pela Universidade Federal da Paraíba e fui aprovado no XIV Exame de Ordem.

Especificamente para a prova da OAB, eu tive que fazer adaptações na minha rotina de estudos. Como eu ainda estava na graduação, tive que deixar de lado toda a parte acadêmica e focar na 1ª fase do Exame, buscando uma preparação específica, com um método de resolução de questões também específico.

Nos estudos para a 1ª fase, meu foco foi a resolução de questões, bem como a leitura de um material complementar adequado, voltado à prova.

Eu conheci o CERS através dos meus colegas de faculdade que já vinham da caminhada de concursos e também por conversas em debates sobre preparação para certames e OAB. Logo eu percebi que o CERS apresentava aquilo que eu esperava na minha preparação: uma metodologia programática ao Exame de Ordem.

Minha experiência com o CERS foi extremamente satisfatória e eu indico os cursos a todos que estão estudando. Se você não tiver um curso específico, voltado para a OAB, pode prejudicar o seu resultado na prova, em todos os sentidos. Mesmo o candidato que detém todo o conteúdo, se não tiver uma preparação exclusivamente para o Exame, pode ter lacunas na preparação emocional para a prova.

A reação que eu tive ao receber a notícia da minha aprovação foi bem diferente. Eu estava dirigindo e não tinha conseguido acessar a lista na noite anterior. Foi quando uma amiga me ligou dizendo “Parabéns, você passou!”. Ainda hesitei e disse “Passei em quê?”, só então eu me lembrei do Exame de Ordem e quase bati com o carro (risos). Foi uma felicidade só!

Com a minha aprovação na OAB, eu me sinto um vencedor. O Exame de Ordem, apesar de ser simples para alguns, requer uma preparação árdua, uma disciplina, uma carga de leitura específica e esse é o objetivo de todo graduando em Direito, antes mesmo de colar grau. E eu alcancei esse sonho.

Para quem ainda está na labuta que é a OAB, minha é: tenha calma, paciência e humildade que a sua hora vai chegar. Se você tiver uma preparação adequada e calma na hora de resolver a prova, você vai conseguir esse objetivo.

Arthur Richardisson: nunca desista do seu objetivo

Arthur Richardisson: nunca desista do seu objetivo

Meu nome é Arthur Richardisson Evaristo Diniz, sou natural de Esperança, cidade localizada no interior da Paraíba, sou bacharel em Direito pela Universidade Federal da Paraíba, aprovado no XIV Exame de Ordem.

A minha preparação para a 1ª fase da OAB se concentrou na resolução de questões. Busquei rever todos os assuntos cobrados, mas o meu foco era resolver o máximo de questões possíveis antes do Exame.

Para a 2ª fase, eu sabia que precisava de mais conhecimento. Aprofundar-me nos conteúdos era essencial para garantir minha aprovação. Por isso, busquei o curso online do CERS, optando pela disciplina de Direito Constitucional com a professora Flavia Bahia.

Eu já conhecia o CERS, antes mesmo das provas da OAB. Mas, por questões financeiras, não consegui iniciar minha preparação com o CERS logo na primeira etapa da prova. O fato dos meus amigos sempre indicaram os cursos do CERS para o Exame de Ordem e eu assisti às aulas da professora Flavia na semana que antecedia a 1ª fase, foi meu grande incentivador para estudar com o CERS na 2ª fase.

Naquela edição, a Fundação Getúlio Vargas vazou alguns aprovados e meus amigos de sala, que estavam conseguindo ver o resultado, estavam sendo aprovados, me deixando com grande expectativa, mas uma expectativa negativa. Eu pensava: “não vou passar. Todos que estão vendo o resultado estão sendo aprovados. Devem ter liberado apenas a lista de aprovados, já os reprovados só vão conseguir ver pela consulta individual.”

Tive que esperar o dia seguinte para acessar a lista pela consulta individual. Foi uma noite de ansiedade, sem dormir direito. Até que um amigo meu me enviou uma mensagem: era uma foto com meu nome. “Caramba, fui aprovado!” Não acreditei. Ainda confirmei com meu amigo algumas vezes, para ter certeza. Mas estava certo, eu tinha conseguido minha carteira da OAB.  E ainda tinha mais: fui aprovado com a nota 9,9.

Por tudo o que eu passei, na e na 2ª fase, até mesmo durante a graduação em Direito, chegar até aqui e ser aprovado no Exame de Ordem, antes mesmo de colar grau, com certeza, faz de mim um vencedor.

O principal recado que dou aos examinandos é não desistir. Tenha foco como uma águia: olhe para o horizonte e pense sempre além. Uma reprovação não atesta nada sobre o seu conhecimento. Você é muito mais do que a prova da OAB!

Edna Gonçalves: foco e perseverança para OAB

Edna Gonçalves: foco e perseverança para OAB

Meu nome é Edna de Almeida Gonçalves, tenho 48 anos, casada, cursei Direito na ILES/ ULBRA Universidade Luterana do Brasil na cidade de Itumbiara-GO, terminei o curso em junho de 2015, minha cidade natal é Piranhas/GO, mas fiz a OAB em Barra do Garças/MT, uma vez que casei novamente em julho de 2015 e voltei a morar em minha cidade natal, e o local mais próximo para fazer a prova é Barra do Garças.

Meu sonho de criança era fazer Direito e me tornar uma advogada bastante competente e de muito sucesso. Mas, como vim de uma família muito pobre, realizar este sonho era praticamente impossível, e para agravar ainda mais a situação, morava no interior, em Piranhas, a cerca de 320 km da capital Goiânia onde tinha o curso.

Quando terminei a antiga oitava série, parei de estudar por treze anos, pois tinha que escolher entre trabalhar e estudar. Voltei a estudar em 1995, no entanto tive parar mais dois anos. Finalmente fiz magistério, depois fiz História pela Universidade Estadual de Goiás e me formei em 2004; em 2009 me formei em Letras Português/ Espanhol pela UNIUBE em Uberlândia/MG; em seguida fiz especialização em Língua espanhola pela FIJ Faculdade Integrada de Jacarepaguá. Apesar dessas formações,  meu sonho ainda era ser advogada e todos estes cursos só fiz por falta de opção e porque precisava trabalhar e formar minhas três filhas.

Em 2008, minhas filhas começaram a cursar Direito na mesma sala na ILES/ ULBRA Universidade Luterana do Brasil na cidade de Itumbiara/GO. No momento, pensei que estava realizando meu sonho através delas, mas não estava. Foi quando, em 2010, com muito incentivo e apoio delas, finalmente comecei a cursar Direito.

Era tudo muito difícil para mim: eu trabalhava todas as manhãs e tardes e no início do curso também trabalhava duas noites em uma cidade vizinha como professora. Mas como tudo não são somente flores, estava conseguindo seguir em frente apesar das várias dificuldades, inclusive financeiras. Finalmente em 2013, minhas filhas se formaram, das quais duas prestaram o exame da ordem, enquanto a outra ainda não quis.

Em junho de 2015, realizei parte do meu grande sonho, ao me tornar bacharél em Direito. O que faltava agora era passar na OAB, e no XVIII Exame da Ordem, consegui. Só não sei se serei uma advogada de sucesso, pois já passei da idade (risos). Talvez estudo um pouco mais e me torno uma professora de Administrativo, pois me apaixonei pela disciplina através das aulas do professor Matheus Carvalho.

Trajetória de preparação para a OAB

Comecei a estudar quando adquiri o curso UTI da primeira fase no CERS. Estudava de segunda a sábado, todas as manhãs e tardes, pois estava de licença prêmio. Já minhas noites eram reservava para meu marido, com momentos de lazer eram nos finais de semana, sábado à noite e o domingo todo.

Quando passei para a segunda fase, comprei o curso novamente no CERS. Minha estratégia de estudos e métodos foram aulas online, anotações, resolução de questões, elaboração de peças, ou seja, tudo aquilo que pudesse me ajudar. No entanto, muitas ferramentas oferecidas pelo CERS eu não utilizava, pois meu celular não era compatível com tantos programas novos, mas nem por isso me desanimava. Estava certa e focada no meu objetivo: passar na OAB.

Minha maior dificuldade na preparação talvez tenha sido o peso da idade. Minha memória já não é tão boa, como a de anos atrás, aprender coisas novas é sempre mais difícil.

O CERS me preparou para a OAB e hoje estou matriculada em uma disciplina isolada de administrativo Licitação e Contratos, estou amando, e assim que tiver condições quero fazer especialização em Administrativo.  Eu escolhi o CERS porque minhas filhas Ariela e Andrea fizeram a segunda fase no CERS e ambas foram aprovadas na primeira vez que fizeram. A Ariela no XII Exame para Civil e a Andrea no IX Exame para Administrativo e foi justamente elas que me apresentaram o curso, estavam encantadas com a dinâmica dos professores.

Como tive o prazer de fazer as duas fases, conheci todos os professores, cada um com suas peculiaridades, mas todos maravilhosos,amei todos, mas meu maior contato foi com o professor Matheus Carvalho, mesmo porque ele foi meu professor da segunda fase. Sei que todos os professores são maravilhosos, falo isso, porque minhas filhas elogiaram muito, inclusive a Ariela está estudando para o concurso do INSS pelo CERS – dei o curso de presente à ela, pois confio no potencial de todos os professores.

O CERS realmente tem uma excelente equipe de professores e com certeza qualquer curso que eu for fazer futuramente, escolherei o CERS, pois confio muito na competência de todos e sempre que tenho oportunidade, recomendo o curso. Gostaria de falar sobre cada um dos professores, mas teria que escrever páginas e páginas sobre eles, então optei por dizer que eles [Os professores] que são maravilhosos, competentes, dinâmicos, descontraídos, divertidos, que tornam as aulas bem prazerosas e que sou eternamente grata a todos, pois sem eles não teria conseguido. 

 

A força de vontade de Gabriel dos Santos

A força de vontade de Gabriel dos Santos

Força de vontade é uma expressão que define bem a história de Gabriel dos Santos, 27 anos, graduado em Direito pelo Centro Universitário de Sete Lagoas – UNIFEMM, em 2015, no Rio de Janeiro.

A preparação dele para o Exame de Ordem da OAB começou no último ano da faculdade, quando uma amiga o convidou para assinar um termo de compromisso: passar na prova na primeira tentativa. Até então, ele não sabia se faria a prova, talvez por certo temor, já que havia a mística de ser uma prova superdifícil.

Após firmar o compromisso, ele começou a fazer toda preparação com CERS. Além da faculdade, Gabriel ainda precisou conciliar os estudos para a prova com o trabalho. Um desafio ainda maior para montar o cronograma de estudos.

“Sou sargento do Exército Brasileiro. Então, minha rotina era bastante variada. Normalmente, trabalhava durante a semana, de 8h as 16h30, e, por muitas vezes, nos finais de semana, durante 24h seguidas. Além de missões operacionais que chegavam a me deixar diversos dias fora de casa e da faculdade, mas sempre levava o material de estudo comigo”, explica.

Após o expediente no Exército, Gabriel ia para a faculdade e só chegava às 22h30 em casa. Só então, ele começava a estudar para o exame de ordem até duas horas da manhã todos os dias. Por isso, ele também aproveitava praticamente todos os horários livres para avançar nos estudos: intervalo para o almoço, no trajeto para a faculdade e às vezes até durante as aulas.

De sexta a domingo eram os dias que mais estudava. Por vezes, ele chegava sexta do trabalho e só saia de casa segunda novamente. “Chegava estudar 12h por dia. Não por neurose, mas porque aprendi a ter prazer no estudo”.

Ele lembra que, na reta final para a 2ª fase, ele foi para uma missão de 10 dias. Como não tinha acesso à internet, ele imprimiu diversas provas anteriores da OAB e simulados do CERS. Os trabalhos, neste período, iniciavam às 6h e acabavam às 20h. Porém, mesmo cansado, Gabriel seguia até 1h da manhã para cumprir o cronograma sugerido pela professora Aryanna.

Para enfrentar esta maratona, ele optou por deixar o TCC um pouco de lado e aproveitava quatro tempos de aulas semanais que a faculdade disponibilizava como preparatório para a OAB.

A estratégia adotada por Gabriel na primeira fase da OAB foi assistir ao máximo de aulas online que pôde, mas sabendo que não conseguiria estudar todo o edital, focou nas matérias que tinha mais facilidade e maior conteúdo programático. “Dividia resumos das matérias com minha amiga Tati. Eu fazia de algumas matérias, ela de outras, e trocávamos. Foi uma estratégia de guerra para alcançar o mínimo de 40 acertos. Consegui 53”. A cada matéria estudada, ele ainda fazia uma bateria de resolução de questões e, a cada semana, um simulado.

Durante a preparação, Gabriel revela que passou por muitas dificuldades na vida pessoal, porém ainda que triste, por muitas vezes, não permitiu que o impedissem de continuar com foco total na prova e alcançasse o objetivo.

“Atribuo minha nota à abnegação de diversos momentos de lazer para focar intensamente na minha preparação e a competência inquestionável dos professores Tonassi e Aryanna. Eles não deixaram uma brecha sequer, o treinamento foi duro como ela dizia, peças imensas que englobavam tudo que fosse possível cair.”

 

Você também tem uma história inspiradora para nos contar? Envie um e-mail para eusou@cers.com.br.