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A IMPORTÂNCIA DA MOTIVAÇÃO PARA APROVAÇÃO EM CONCURSO PARA PROMOTOR DE JUSTIÇA

A IMPORTÂNCIA DA MOTIVAÇÃO PARA APROVAÇÃO EM CONCURSO PARA PROMOTOR DE JUSTIÇA

Bruno Viana, de 28 anos, é natural de Brasília. Ele foi aluno CERS no curso de 3ª fase para Promotor de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais. Perguntamos a ele qual foi o segredo para conseguir motivação para aprovação no certame. Assista ao vídeo e se inspire nesta história para conquistar a aprovação no concurso dos seus sonhos também!

Vale dizer que o professor Rogério Sanches ensinou outros nove alunos que também conquistaram a aprovação no mesmo certame.

Confira detalhes sobre o concurso

O concurso público para Promotor de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais foi realizado em 2017. A banca examinadora responsável pela organização do certame foi a Fundep. O certame ofereceu 40 vagas com salários iniciais de R$ 26 mil. Como a validade é de dois anos, mas pode ser prorrogada, existe a possibilidade de mais candidatos serem convocados.

Os requisitos para assumir o cargo de Promotor de Justiça do MP MG são os seguintes:

  1. ser brasileiro;
  2. ter concluído curso de bacharelado em Direito há, no mínimo, três anos;
  3. possuir, no mínimo, três anos de prática de atividade jurídica;
  4. estar quite com o serviço militar e com as obrigações eleitorais;
  5. estar no exercício dos direitos políticos e apresentar comprovada idoneidade moral, no âmbito pessoal, profissional e familiar.

Agora, veja quais foram as etapas:

  1. I – primeira etapa – uma prova preambular, de caráter eliminatório e classificatório;
  2. II – segunda etapa – quatro provas especializadas, de caráter eliminatório e classificatório, podendo haver consulta à legislação desacompanhada de anotação ou comentário, vedada a consulta a obras doutrinárias, súmulas e orientação jurisprudencial.;
  3. III – terceira etapa – de caráter subsidiário, com as seguintes fases: a) sindicância da vida pregressa e investigação social; b) exame de higidez física e mental; c) exame psicotécnico.
  4. IV – quarta etapa – quatro provas orais, de caráter eliminatório e classificatório;
  5. V – quinta etapa – avaliação de títulos, de caráter classificatório. A participação do candidato em cada etapa ocorrerá necessariamente após habilitação na etapa anterior.

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Confira aqui os concursos públicos previstos para 2018!

A importância da serenidade para aprovação em concurso para Promotor de Justiça

A importância da serenidade para aprovação em concurso para Promotor de Justiça

Alcidézio Bispo, de 34 anos, é natural do Recife, capital pernambucana e mora no Rio de Janeiro. Ele foi aluno CERS no curso de 3ª fase para Promotor de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais. Perguntamos a ele qual foi o segredo para conseguir serenidade para aprovação no certame. Assista ao vídeo e se inspire nesta história para conquistar a aprovação no concurso dos seus sonhos também!

Vale dizer que o professor Rogério Sanches ensinou outros nove alunos que também conquistaram a aprovação no mesmo certame.

Confira detalhes sobre o concurso

O concurso público para Promotor de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais foi realizado em 2017. A banca examinadora responsável pela organização do certame foi a Fundep. O certame ofereceu 40 vagas com salários iniciais de R$ 26 mil. Como a validade é de dois anos, mas pode ser prorrogada, existe a possibilidade de mais candidatos serem convocados.

Os requisitos para assumir o cargo de Promotor de Justiça do MP MG são os seguintes:

  1. ser brasileiro;
  2. ter concluído curso de bacharelado em Direito há, no mínimo, três anos;
  3. possuir, no mínimo, três anos de prática de atividade jurídica;
  4. estar quite com o serviço militar e com as obrigações eleitorais;
  5. estar no exercício dos direitos políticos e apresentar comprovada idoneidade moral, no âmbito pessoal, profissional e familiar.

Agora, veja quais foram as etapas:

  1. I – primeira etapa – uma prova preambular, de caráter eliminatório e classificatório;
  2. II – segunda etapa – quatro provas especializadas, de caráter eliminatório e classificatório, podendo haver consulta à legislação desacompanhada de anotação ou comentário, vedada a consulta a obras doutrinárias, súmulas e orientação jurisprudencial.;
  3. III – terceira etapa – de caráter subsidiário, com as seguintes fases: a) sindicância da vida pregressa e investigação social; b) exame de higidez física e mental; c) exame psicotécnico.
  4. IV – quarta etapa – quatro provas orais, de caráter eliminatório e classificatório;
  5. V – quinta etapa – avaliação de títulos, de caráter classificatório. A participação do candidato em cada etapa ocorrerá necessariamente após habilitação na etapa anterior.

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Álvaro Nascimento: os ensinamentos dos mestres

Álvaro Nascimento: os ensinamentos dos mestres

Sou o Álvaro Pastor do Nascimento, 38 anos, nascido em Recife/PE, sou Técnico Judiciário do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco e tenho interesse no concurso da Magistratura e Ministério Público.

Comecei minha preparação para esses concursos públicos em dezembro de 2016, após as eleições municipais. Na verdade, não tem sido fácil conciliar trabalho, família e vida social com a preparação para os concurso com um nível muito elevado. Estudo durante a madrugada, quando meu filho Daniel de 03 anos dorme e nos feriados, nos momentos em que não estou no lazer com a família, pois, não posso me isolar completamente, eles são a base de tudo para mim. Mesmo assim, já realizei alguns concursos antes para ter experiência e vi a necessidade de maior dedicação e de orientação de profissionais qualificados na área de concursos.

Minha maior dificuldade tem sido ter tempo para estudar com qualidade, com atenção e tranquilidade, porque, estudar de madrugada, após um dia de trabalho, dedicação a um filho pequeno (pimentinha) e à esposa e também às atividades profissionais extra trabalho, não é favorável, pois a mente já está cansada. Mas, não há vitória sem sacrifício e não vou desistir! Após a prova do MPRS, fiz a do MPMG e vi que evolui nos acertos das questões. Considerando esses resultados, coloquei como meta pessoal tomar posse na Magistratura ou MP até 2019. E para isso, tenho focado bastante nos estudos e nas aulas on line.

Nessa caminhada, vinha estudando apenas em casa com livros indicados para concursos, mas, em fevereiro deste ano comprei um intensivo do CERS para concursos da Magistratura e MP, após ser indicado por alguns amigos que são juízes e promotores em Pernambuco. Honestamente, não dei muito crédito à indicação deles porque acreditava que não valia a pena o investimento que eu ia fazer nesse tipo de curso. Acreditava que não iria me ajudar siginificativamente. Seria um dinheiro gasto em vão. Estava errado!

Já nas primeiras aulas do Mestre Rogério Sanches (acompanho no periscope), senti a importância de fazer um curso. E por que o CERS?  Muitos dos juízes e promotores de justiça que conheço fizeram o CERS, então, resolvi apostar. A cada aula, tenho a certeza de que investi corretamente e a maior prova concreta do que digo foi a quantidade de questões que acertei no MPRS e MPMG, era como se os professores já soubessem do gabarito.

No aulão presencial em Porto Alegre, as dicas dos Professores foram fundamentais, em especial penal, português e constitucional. Já no aulão de Belo Horizonte, as dicas do Professor de Processo Civil caíram todas, nunca vi isso! Esses aulões presenciais são muito importantes, porque além do conteúdo didático, há o fator psicológico que é fortalecido nesses momentos. Sem exageros, é como se fôssemos para a prova com o professor do nosso lado.

Parabéns ao CERS pela dedicação dos profissionais e pela qualidade dos cursos ofertados. Sinto-me mais confiante com as aulas do curso e indico para todos aqueles que buscam sua aprovação em qualquer certame público.

Grande abraço a todos que fazem o CERS.

Álvaro Pastor do Nascimento

Confira a entrevista completa com o Álvaro Nascimento:

Rafael Bandeira: aprovado em 1º lugar no concurso do MPPB

Rafael Bandeira: aprovado em 1º lugar no concurso do MPPB

 

Meu nome Rafael Bandeira, moro na cidade do Rio de Janeiro e fui aprovado em 1º lugar no concurso do Ministério Público Paraíba. Nasci na cidade do Recife e desde cedo iniciei minha trajetória no universo dos concursos: fiz o concurso para o Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Pernambuco; e, posteriormente, mudei para o Rio de Janeiro com a minha família, onde ingressei no curso de Direito e dei continuidade à minha trajetória visando um cargo público.

Já aos 18 anos, eu buscava minha independência financeira. Eu queria ganhar meu próprio dinheiro para sair com meus amigos, para comprar minhas roupas e fazer aquilo que todo jovem quer. Ainda jovem, eu entrei de cabeça nos concursos públicos e um ano depois, eu já tinha tomado posse na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Minha maratona de estudos começou em um ritmo já muito acelerado. O meu pai já era concurseiro e ele me passou as primeiras dicas e materiais. Eu tinha em mente que quanto mais eu estudava, mais rápido eu conseguiria passar no concurso, por isso, eu mantive um ritmo muito forte desde o início da minha preparação.

Não é fácil a conciliar o estudo para concursos e o trabalho. Eu acordava antes do trabalho para estudar, estudava no ônibus ou no trem e até me organizava no trabalho para poder adiantar algumas matérias. Estudava até a exaustão. Todo o sucesso requer que você pague um preço, e o meu preço foi esse: abrir mão de sair nos fins de semana para poder me dedicar ao máximo para a prova.

Achei a experiência do estudo online muito positiva, já que você estuda a hora que quiser e a quantidade que quiser.

Eu conheci o CERS pelas redes sociais dos professores pelos quais eu tenho grande admiração. Como eles pertencem ao CERS, sempre estavam divulgando conteúdos e cursos e isso foi despertando meu interesse. Busquei, então, mais informações sobre o CERS e desde lá estudo pelos cursos, inclusive na pós-graduação Estácio, em parceria com o CERS.

A relação entre professor e aluno, no caso específico do ensino a distância, é, por incrível que pareça, é de grande proximidade. Por estudar muito com o professor, ainda que virtualmente, o concurseiro acaba se apegando a metodologia do professor. Eu, por exemplo, criei uma grande admiração pelos professores Geovane Moraes e Ana Cristina Mendonça, acompanhando-os sempre.

O professor Geovane é alguém que me identifico demais. O fato dele ser nordestino e ter uma vivência no interior do estado, assim como eu, aumentou minha identificação com o professor. Quando eu estava aqui no Rio de Janeiro, longe de casa e da minha família, e eu assistia às aulas dele, com todo o seu sotaque, era uma forma de estar mais perto da minha essência.

A sensação de ver o meu nome da lista de aprovados e, no meu caso, em 1º lugar, é algo que eu não consigo descrever, uma emoção enorme. Eu me sinto um vencedor pelos resultados que eu conquistei e eu sinto que novos desafios maiores estão por vir. Digo sempre que para ser um vencedor, é preciso acreditar muito no seu potencial, na sua capacidade. A batalha só termina quando você vence.

Cristina Machado: a trajetória até a aprovação no MPDFT

Cristina Machado: a trajetória até a aprovação no MPDFT

Meu nome é Cristina Machado Borges Leal. Me formei no curso de Direito no ano de 2005, aos 22 anos de idade. Em 2006, comecei minha jornada de estudos para concurso público,  conciliando com o trabalho. Como sou de Brasília e nunca quis sair da minha cidade, praticamente só prestava concurso aqui, o que, segundo alguns amigos, atrasaria minha aprovação.

No ano de 2008, passei no concurso de Analista Judiciário do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios e, a partir desse momento, foquei os estudos na Magistratura deste Tribunal. Estudava em média 04 horas por dia, inclusive nos finais de semana. Quando ficava sem estudar, vinha o peso na consciência. Para a prova objetiva me dediquei à resolução de questões e à leitura da lei seca e dos informativos do STJ e do STF.

Não demorou muito e passei na primeira fase. E, então, começou minha saga em busca da aprovação na próxima etapa. Abdiquei de muitas coisas, especialmente de compartilhar momentos com minha família e meus amigos. Depois de fazer algumas vezes a segunda fase do concurso da Magistratura do TJDFT (umas 3 vezes), passei por muita frustração, decepção e vontade de desistir. Também me sentia muito pressionada. Muitas vezes achava que não conseguiria, mas, no fundo, sempre teve uma força dentro de mim dizendo que minha hora ia chegar e eu não podia desistir.  

Veio o 30o concurso para Promotor de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. Fiz como forma de treino e fui surpreendida com a aprovação na primeira fase. Comecei a estudar intensamente para a fase discursiva, fiz curso, reli várias vezes meus resumos e me aprofundei na doutrina e nos informativos. Não consegui passar por poucos pontos. Neste período de estudo, despertou em mim o gosto pelo Ministério Público e comecei a me identificar com suas atribuições.

Após, fiz a segunda fase da Magistratura mais duas vezes. Até que no ano de 2015 veio o meu casamento. Deixei os estudos de lado para organizar tudo. E, nesse mesmo ano, foi publicado o edital do 31o concurso do MPDFT, cuja primeira fase seria uma semana após a minha lua de mel. Uma amiga me indicou o Aulão de Revisão Presencial do Cers. Confesso que nunca gostei de assistir aula na véspera das provas, preferia ler meus resumos, porém, resolvi fazer o curso, pois estava há alguns meses sem estudar direito. Adorei o curso, achei organizado e com uma ótima estrutura. Os professores, dentre eles Rogério Sanches e Renato Brasileiro, cujos livros foram essenciais na minha preparação, revisaram pontos importantes da lei seca, da doutrina e da jurisprudência, muitos deles efetivamente cobrados na prova.

Resultado, logrei êxito na prova objetiva e nas demais fases do certame. Sempre contei com muito apoio da minha família e do meu namorado, hoje, marido, o que foi imprescindível. Assim, aos 33 anos de idade, com muita alegria e me sentindo realizada, aguardo a nomeação no 31o concurso de Promotor de Justiça Adjunto do MPDFT.

Rafael Foresti: aprovado em 1º lugar no MPT

Rafael Foresti: aprovado em 1º lugar no MPT

Rafael Foresti não apenas passou no concurso do Ministério Público do Trabalho (MPT), em 2013, como conquistou o 1º lugar entre os aprovados.

Natural de Porto Alegre, ele se formou em Direito na PUC/RS e, logo em seguida, cursou especialização e mestrado. Além de seu interesse pela parte acadêmica, escrevendo artigos e participando de grupos de pesquisa, ele advogou na área trabalhista e atuou como docente.

Rafael começou a maratona de estudos em 2012. “Naquele momento, estava insatisfeito em termos profissionais. Eu creditava que podia usar meus conhecimentos, aquilo que vinha aprendendo, para algo melhor. E optei pela carreira pública”, explica.

Antes de ser aprovado, Rafael fez provas de magistratura, concurso que ocorre com maior frequência, e alcançou bons resultados na primeira e segunda fase. Ele percebeu que tinha mais dificuldade na prova de sentença, e que precisava se dedicar mais nas etapas subsequentes.

No certame do MPT, a estratégia pensada por Rafael foi exatamente focar na atuação, teses e coordenadorias do órgão. Foi quando ele se deparou com o curso do CERS que tinha esse objetivo: uma imersão no MPT.

“Eu considero uma experiência positiva estudar online. Ela te dar uma flexibilidade no estudo e, como eu trabalhei durante a maior parte da preparação para o concurso, eu tinha horários não convencionais. Foi muito boa para mim essa experiência de poder estudar a distância. Embora, muitas vezes, haja uma dificuldade de não estar na sala de aula, de não ter o contato direto, as ferramentas oferecidas resolvem essa dificuldade e acaba não sendo um problema para quem tem essa experiência”, avaliou.

A divisão dos blocos de aulas também foi considerada, por ele, um ponto positivo. “Às vezes, tu já estás cansado e não tem condições de ver uma aula inteira, mas consegue ver um bloco a mais, e te ajuda a avançar mais rápido no cronograma de estudos”, ressalta.

Como a 2ª e 3ª fase do certame exigia uma preparação mais específica, Rafael fez as aulas do CERS, que permitiu um aprofundamento da visão sobre o MPT, ao mesmo tempo em que treinava tanto peças práticas quanto as questões dissertativas.

“Eu me considero um vencedor. Todo mundo que se submete a um concurso publico é um vencedor a cada etapa que passa. E quem consegue chegar ao final, com todo o sacrifício e esforço exigido, deve se considerar um vencedor porque não é fácil”.

Como dica final para quem também deseja alcançar a aprovação no concurso público, ele ressalta que a pessoa não basta só ser tecnicamente boa, tem que estar mentalmente preparada. “A pessoa precisa acreditar em si mesmo, não desistir, respeitar o próprio limite do corpo. O pessoal às vezes quer estudar em número de horas e esquece a qualidade, se respeitar, se organizar, ter disciplina, sempre acreditar em si, não importa o quão longe do caminho esteja. Se quer isso, se é o sonho, deve-se lutar e ir atrás que vai conseguir em algum momento”, finaliza.