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Álvaro Nascimento: os ensinamentos dos mestres

Álvaro Nascimento: os ensinamentos dos mestres

Sou o Álvaro Pastor do Nascimento, 38 anos, nascido em Recife/PE, sou Técnico Judiciário do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco e tenho interesse no concurso da Magistratura e Ministério Público.

Comecei minha preparação para esses concursos públicos em dezembro de 2016, após as eleições municipais. Na verdade, não tem sido fácil conciliar trabalho, família e vida social com a preparação para os concurso com um nível muito elevado. Estudo durante a madrugada, quando meu filho Daniel de 03 anos dorme e nos feriados, nos momentos em que não estou no lazer com a família, pois, não posso me isolar completamente, eles são a base de tudo para mim. Mesmo assim, já realizei alguns concursos antes para ter experiência e vi a necessidade de maior dedicação e de orientação de profissionais qualificados na área de concursos.

Minha maior dificuldade tem sido ter tempo para estudar com qualidade, com atenção e tranquilidade, porque, estudar de madrugada, após um dia de trabalho, dedicação a um filho pequeno (pimentinha) e à esposa e também às atividades profissionais extra trabalho, não é favorável, pois a mente já está cansada. Mas, não há vitória sem sacrifício e não vou desistir! Após a prova do MPRS, fiz a do MPMG e vi que evolui nos acertos das questões. Considerando esses resultados, coloquei como meta pessoal tomar posse na Magistratura ou MP até 2019. E para isso, tenho focado bastante nos estudos e nas aulas on line.

Nessa caminhada, vinha estudando apenas em casa com livros indicados para concursos, mas, em fevereiro deste ano comprei um intensivo do CERS para concursos da Magistratura e MP, após ser indicado por alguns amigos que são juízes e promotores em Pernambuco. Honestamente, não dei muito crédito à indicação deles porque acreditava que não valia a pena o investimento que eu ia fazer nesse tipo de curso. Acreditava que não iria me ajudar siginificativamente. Seria um dinheiro gasto em vão. Estava errado!

Já nas primeiras aulas do Mestre Rogério Sanches (acompanho no periscope), senti a importância de fazer um curso. E por que o CERS?  Muitos dos juízes e promotores de justiça que conheço fizeram o CERS, então, resolvi apostar. A cada aula, tenho a certeza de que investi corretamente e a maior prova concreta do que digo foi a quantidade de questões que acertei no MPRS e MPMG, era como se os professores já soubessem do gabarito.

No aulão presencial em Porto Alegre, as dicas dos Professores foram fundamentais, em especial penal, português e constitucional. Já no aulão de Belo Horizonte, as dicas do Professor de Processo Civil caíram todas, nunca vi isso! Esses aulões presenciais são muito importantes, porque além do conteúdo didático, há o fator psicológico que é fortalecido nesses momentos. Sem exageros, é como se fôssemos para a prova com o professor do nosso lado.

Parabéns ao CERS pela dedicação dos profissionais e pela qualidade dos cursos ofertados. Sinto-me mais confiante com as aulas do curso e indico para todos aqueles que buscam sua aprovação em qualquer certame público.

Grande abraço a todos que fazem o CERS.

Álvaro Pastor do Nascimento

Confira a entrevista completa com o Álvaro Nascimento:

Cristina Machado: a trajetória até a aprovação no MPDFT

Cristina Machado: a trajetória até a aprovação no MPDFT

Meu nome é Cristina Machado Borges Leal. Me formei no curso de Direito no ano de 2005, aos 22 anos de idade. Em 2006, comecei minha jornada de estudos para concurso público,  conciliando com o trabalho. Como sou de Brasília e nunca quis sair da minha cidade, praticamente só prestava concurso aqui, o que, segundo alguns amigos, atrasaria minha aprovação.

No ano de 2008, passei no concurso de Analista Judiciário do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios e, a partir desse momento, foquei os estudos na Magistratura deste Tribunal. Estudava em média 04 horas por dia, inclusive nos finais de semana. Quando ficava sem estudar, vinha o peso na consciência. Para a prova objetiva me dediquei à resolução de questões e à leitura da lei seca e dos informativos do STJ e do STF.

Não demorou muito e passei na primeira fase. E, então, começou minha saga em busca da aprovação na próxima etapa. Abdiquei de muitas coisas, especialmente de compartilhar momentos com minha família e meus amigos. Depois de fazer algumas vezes a segunda fase do concurso da Magistratura do TJDFT (umas 3 vezes), passei por muita frustração, decepção e vontade de desistir. Também me sentia muito pressionada. Muitas vezes achava que não conseguiria, mas, no fundo, sempre teve uma força dentro de mim dizendo que minha hora ia chegar e eu não podia desistir.  

Veio o 30o concurso para Promotor de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. Fiz como forma de treino e fui surpreendida com a aprovação na primeira fase. Comecei a estudar intensamente para a fase discursiva, fiz curso, reli várias vezes meus resumos e me aprofundei na doutrina e nos informativos. Não consegui passar por poucos pontos. Neste período de estudo, despertou em mim o gosto pelo Ministério Público e comecei a me identificar com suas atribuições.

Após, fiz a segunda fase da Magistratura mais duas vezes. Até que no ano de 2015 veio o meu casamento. Deixei os estudos de lado para organizar tudo. E, nesse mesmo ano, foi publicado o edital do 31o concurso do MPDFT, cuja primeira fase seria uma semana após a minha lua de mel. Uma amiga me indicou o Aulão de Revisão Presencial do Cers. Confesso que nunca gostei de assistir aula na véspera das provas, preferia ler meus resumos, porém, resolvi fazer o curso, pois estava há alguns meses sem estudar direito. Adorei o curso, achei organizado e com uma ótima estrutura. Os professores, dentre eles Rogério Sanches e Renato Brasileiro, cujos livros foram essenciais na minha preparação, revisaram pontos importantes da lei seca, da doutrina e da jurisprudência, muitos deles efetivamente cobrados na prova.

Resultado, logrei êxito na prova objetiva e nas demais fases do certame. Sempre contei com muito apoio da minha família e do meu namorado, hoje, marido, o que foi imprescindível. Assim, aos 33 anos de idade, com muita alegria e me sentindo realizada, aguardo a nomeação no 31o concurso de Promotor de Justiça Adjunto do MPDFT.